sábado, 14 de agosto de 2010

PLEBISCITO I- SIM PARA O FUTURO MUNICIPIO DA PONTA DA SERRA - Por César Mousinho

No Brasil, o último plebiscito ocorreu em 21 de abril de 1993. Nesta ocasião, o povo foi consultado sobre a forma e o sistema de governo (Monarquia, República, Presidencialismo, Parlamentarismo). Através da consulta popular, o povo brasileiro decidiu manter a República Presidencialista.

A palavra plebiscito é originária do latim plebiscitu (decreto dos plebeus). Na Roma Antiga, os votos passados em comício eram obrigatórios para a classe dos plebeus.

Atualmente, plebiscito é a convocação dos cidadãos que, através do voto, podem aprovar ou rejeitar uma questão importante para sua região, estado ou país. Ou seja, o plebiscito é um mecanismo democrático de consulta popular, antes de a lei ser promulgada - entrar em vigor.

Nesta época é difícil tomar uma decisão, pois os programas eleitorais nas emissoras de rádio e tv parecem ser todos iguais. Procure entender os projetos e idéias do candidato que você pretende votar. Será que há recursos disponíveis para que ele execute aquele projeto, caso chegue ao poder? Nos mandatos anteriores ele cumpriu o que prometeu? O partido político que ele pertence merece seu voto? Estes questionamentos ajudam muito na hora de escolher seu candidato, em primeiro lugar temos que aceitar a idéia de que os políticos não são todos iguais. Existem políticos corruptos e incompetentes, porém muitos são dedicados e procuram fazer um bom trabalho no cargo que exercem. Mas como identificar um bom político?

É importante acompanhar os noticiários, com atenção e critério, para saber o que nosso representante anda fazendo. Pode-se ligar ou enviar e-mails perguntando ou sugerindo idéias para o seu representante. Caso verifiquemos que aquele político ou governante fez um bom trabalho e não se envolveu em coisas erradas, vale a pena repetir o voto. A cobrança também é um direito que o eleitor tem dentro de um sistema democrático.

Numa democracia, como ocorre no Brasil, as eleições são de fundamental importância, além de representar um ato de cidadania. Possibilitam a escolha de representantes e governantes que fazem e executam leis que interferem diretamente em nossas vidas. Escolher um péssimo governante pode representar uma queda na qualidade de vida. Sem contar que são os políticos os gerenciadores dos impostos que nós pagamos. Desta forma, precisamos dar mais valor a política e acompanharmos com atenção e critério tudo que ocorre em nossa cidade, estado e país.
O voto deve ser valorizado e ocorrer de forma consciente. Devemos votar em políticos com um passado limpo e com propostas voltadas para a melhoria de vida da coletividade.

Estou em São Paulo há três décadas e o nas minhas férias o novo que percebi aí no nosso Cratim foi a URCA. Que se vocês fizerem uma investigação apurada com certeza as maiores iniciativas devem recair ao corpo docente da Faculdade de Filosofia do Crato do que interesses politicos da época.
O que dizer da Lei Ficha Limpa, um avanço temos que ter cuidado com exageros.

Sem querer generalizar, mas onde estão os politicos Cratense que décadas e décadas não fazem nada por nossa Cidade e aí ficam de mãos atadadas e com Caras de Bobos quando perdemos algo de bom, produtivo, que proporcionou alegria, lazer e cidadania para varias gerações inclusive a minha como o SESI.
Lembro que fiz o meu curso de datilografia no SESI, no inicio dos anos 70.
Eu como Cratense faço coro com todas as indignações contra o ocorrido, mas fecho com a seguinte pergunta. Quando os politicos do Juazeiro do Norte serão surpreendidos com perdas de qualquer entidade daquele municipio em favor do Crato?

Tá chegando hora no dia 03 de outubro próximo do Sim para o Futuro Municipio da Ponta da Serra e Não para esse tipo de politico que só atrasam nossa Querida Crato.

Meus Pais- D. Nair e Seu Mozin – Saudades Sim – Tristezas Não.
César Mousinho – São Paulo 14/08/10 – Artigo Politico.

Um comentário:

Iris Pereira disse...

Sim para o progresso e a liberdade.
Vejo que voltou com força ao trabalho, meu amigo. Isto mesmo.
Sim a saudade e não à tristeza.
Meu abraço e ombro solidário.
Íris Pereira