domingo, 19 de junho de 2011

Nos 247 anos do Crato, uma lembrança das figuras representativas do Crato de 1853

Como em muitas histórias, a do Crato não escapou da controvérsia sobre sua origem. Para uns a origem do seu nome vem de Ucrate ou Ucrato um vilarejo português; para outros , vem da currutela da palavra Curato de São Fidélis de Siguaringa, depois Curato de São Fidélis e, por fim, Curato e daí Crato.

Sua formação administrativa teve início com a criação do Distrito que recebeu a mesma denominação de Crato, de acordo com a Provisão de 06 de janeiro de 1768 e ato de 18 de março de 1842.

Foi elevada à categoria de Vila, conservando o mesmo nome CRATO no dia 16 dezembro de 1762, com sede no lugar chamado Aldeia do Brejo, tendo sido instalada em 21 de junho de junho de 1764, como Vila Real do Crato

Só depois de muitos anos, quase um século, é que Crato consegue elevar-se à categoria de cidade, com a mesma denominação, pela Lei provincial nº 628, de 17-10-1853.

Por me dedicar ao estudo genealógico da nossa região, e por dispor de um vasto material ( Casamentos, Batismos e óbitos)transcritos dos livros eclesiásticos da Freguesia do Crato, referentes ao século XIX, e início do XX, resolvi me utilizar desta relação com o objetivo de informar e colher dados sobre as figuras abaixo para que eu possa alimentar a página na Internet – ALGUMAS FAMÍLIAS CARIRIENSES( http://algumasfamiliascaririenses.blogspot.com/).

Portanto, peço a colaboração no sentido de se identificar as figuras representativas aqui relacionadas.

01 – Capitão Mor Joaquim Antonio Bezerra de Menezes , Dep. Provincial, eleito em 1838;

02 –Cel. Luiz Alves Pequeno , Presidente da Câmara em 1853;

03 – Felipe Teles de Mendonça ;

04 – Pedro José Gonçalves da Silva;

05 – Joaquim de Araújo Candéia;

06 - Joaquim Lopes/ Raimundo do Bilhar;

07 – Joaquim Pedroso Bembém;

08 – Miguel Henrique Xavier de Oliveira, Dep. Provincial, eleito em 1842;

09 – José Francisco Pereira Maia, Dep. Provincial, eleito em 1838;

10 - Joaquim Romão Batista, pai do Padre Cícero;

11 - José Romão Norões;

12 – José Vitoriano Maciel, Dep. Provincial eleito em 1838;

13 – José Ferreira de Menezes;

14 – Francisco Lião da Franca Alencar, pai de Seu Nelson do Lameiro , e outros;

15 – José Esmeraldo da Silva, tronco da família Esmeraldo ;

16 – Antonio Ferreira de Mello;

17 - João Soares de Oliveira;

18 – Francisco Gomes de Matos;

19 – Antonio Ferreira Lima;

20 – Felismino Marques Peixoto, era o pai do Padre Peixoto;

21 – Antonio José de Carvalho;

22 – Francisco Lôbo de Macedo;

23 – Benedito da Silva Garrido;

24 – Laureno Briseno da Silva;

25 – José Antonio de Figueirêdo;

26 – Hildebrando Sisnando Batista;

27 – Joaquim Gomes de Mattos;

28 - Childerico Cícero de Alencar Araripe;

29 – Raimundo Gomes de Matos;

30 – José Germano Bezerra de Menezes;

31 – José Pinheiro Bezerra de Menezes;

32 – Antonio Duarte Pinheiro;

33 – Joaquim Saraiva;

34 – Manuel Pereira de Araújo Caçula;

35 – Joaquim Secundo Chaves;

36 – Antonio Ferreira Lôbo;

37 – Mariano de Oliveira e Souza;

38 – Jesuino Brizeno da Silva;

39 - Joaquim José de Santana Milfont;

40 – Joaquim Jácome Pequeno;

41 – José de Souza Rolim;

42 – Manuel Leite Xenofonte de Oliveira, tronco da família Xenofonte de Oliveira, do sítio Catingueira, em Ponta da Serra;

43 – João Vitoriano Gomes Leitão;

44 – Vicente Alves de Lima;

45 – Antonio Romão Batista;

46 – José Alves da Silva Bacurau;

47 - Joaquim Bezerra de Menezes;

48 – Leandro Bezerra de Menezes;

49 – Miguel Ferreira Nobre, tronco da família Ferreira Nobre do Baixio das Palmeirias;

50 – Manuel Lopes Abath;

51 – Miguel Bezerra Frazão;

52 – Domingo Lopes de Sena;

53 – Antonio Raimundo Brígido dos Santos, Dep. Provincial eleito em 1838;

54 – Antonio Teles de Mendonça;

55 – Francisco Dias Azêde e Melo;

56 – Adriano Pinheiro Lamdim;

57 - José do Monte Furtado;

58 – Ricardo José de Araújo Vilar, tronco da família Vilar, tendo sido proprietário do sítio Patos, em Ponta da Serra, e outros;

59 – Eufrásio Alves de Brito( Major) um dos troncos da família Brito/Macário, da Malhada, onde foi proprietário, tendo sido, também, dono do sítio Ponta da Serra. Era Senhor dono de escravos;

60 – Antonio Brito Correia, era irmão do Major Eufrásio, e dele descendem os Brito da Palmeirinha e do sítio Juá. Era Senhor dono de escravos;

61 –– Francisco José de Brito, (Yoyô de Brito) pai do Cel Chico de Brito, e avô de Francisco José , repórter da TV Globo, proprietário do Sítio São Bento, à época. Era um dos troncos da família Brito da Malhada;

62 – Antonio Francelino Correia;

63 – Joaquim Francelino da Cunha;

64 – Leandro de Melo Chaves, Dr. Dep. Provincial eleito em 1858, depois Dep. Geral.

PADRES EXISTENTES NA VILA DO CRATO EM 1853

01 – Padre Joaquim Ferreira Lima Verde, proprietário do sítio Fábrica , e Santa Fé,e tronco familiar da Família Limaverde;

02 – Padre João Marrocos Teles, pai de José Joaquim Marroco Teles, ferrenho defensor do Padre Cícero, nascido em Crato;

03 – Manuel Joaquim Ayres do Nascimento, que foi Párocho em Crato por muitos anos,tendo sido Dep. Provincial eleito em 1840.

( Fonte: Revista Itaytera Nº 1, ANO 1855)

• Antonio Correia Lima, graduado em História pela Universidade Regional do Cariri – URCA, e se dedica ao estudo genealógico da região do Cariri. Editor do Blog http://algumasfamiliascaririenses.blogspot.com/



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