segunda-feira, 8 de novembro de 2010

ÁRVORE GENEALÓGICA DO PROF. JOSÉ BIZERRA DE BRITTO


Alferes Bernardo Duarte Pinheiro, português, sesmeiro em 1717, às margens do riacho do Machado, c.c. Ana Maria Bezerra, filha do coronel Pedro Cavalcante de Albuquerque da família dos Inhamuns. Pais de

Francisco Duarte Pinheiro (ou Bezerra) c.c. Bárbara de Morais Rego, filha de Gabriel de Morais Rego e de Catarina Pereira de Almeida. Pais de

Raimundo Duarte Bezerra (Papai Raimundo) casado em 2as. Núpcias com Ana Maria dos Passos, filha de Antonio Correia Lima e de Damiana. Pais de

José Raimundo Duarte de Meneses (José Raimundo do Sanharol) casou-se duas vezes. Tendo um total de 25 filhos. Foi casado em las.. Núpcias com Maria Anacleta de Meneses. Pais de

Vicente Alves Bezerra c.c. e Isabel Pereira de Morais( ou Isabel Bezerra de Brito), filha do major Eufrásio Alves de Brito. Casamento realizado no sítio Malhada, no dia 25.11.1869. .Este casal teve apenas dois filhos: José e Antonio

- José Bizerra de Brito ( Zuza Bezerra) casado duas vezes, da primeira, com sua prima legítima Maria Alves Bezerra ( Mariquinha), filha de José Alves da Costa e de Leonarda Bezerra do Vale( Dadá), irmã do seu pai Vicente Alves Bezerra. Casaram-se na Matriz de São Raimundo Nonato de Várzea Alegre, no dia 6 de setembro de 1898, vindo residir na Malhada, onde nasce os primeiros filhos do casal.são filhos deste casal:

1.1 - Eulina Bezerra Brito ( Neném) c.c. Antonio Alves Bezerra da Costa;

1.2 - Maria Alacoque Bezerra c.c. Aldeziro Maia, tipógrafo em Juazeiro do Norte, falecida;

1.3 - Raimundo Osvaldo Brito, casado, sem mais informações;

1.4 - Vicente Bezerra Brito c.c. Maria de Carvalho Brito( que descende de D. Bárbara de Alencar), pais de Dulce Carvalho c.c. Xico Bezerra, seu primo legítmo.

1.5 - José Bezerra de Brito ( Zelo);

1.6 - Isabel Bezerra de Brito( Belina), solteira;

1.7 - Expedito Bezerra de Brito ( Expedito Tamoio)

Do segundo casamento, com Maria Rangel Bringel( Mariquinha, nasceu apenas Maria Myrthes Bezerra c.c. Afrânio Nobre de Carvalho, irmão de Almir, Almério, Amarílio, Aderbal, e outros. Afrânio e Myrthes são os pai de Chico Bezerra c.c. Dulce Carvalho, sua prima legítima.

2º - Antonio Bezerra de Brito( Tonho Bezerra) c.c. Dona Sinhá Bezerra , da família Carvalho, de Crato. Eram os pais de Geraldo Brito, Ioiô, Alacoque, Mirian, Ana ( Anita) e Lindberg.

NOTA; Vicente Alves Bezerra, o pai do Prof. Zuza, era irmão, por parte de pai, de Gabriel de Morais Rego, o Velho Bilé , da Malhada; por parte de pai e mãe, de Maria Anacleta de Brito( Mariquinha de Antonio de Brito Correia da Palmeirinha) e de Tereza Anacleta de Menezes( Tetê), que era a mãe de Isabel de Morais Rego, QUE foi a primeira esposa de José Raimundo de Brito, filho de Mariquinha e Antonio de Brito Correia. Do casal Isabel e José Raimundo, origina-se os Morais de Brito do sítio Juá ,em Ponta da Serra - Crato CE.

Casamento Religioso Transcrito na Íntegra

Por: Antonio Correia Lima, aluno do VI semestre do curso de História da Urca

Fonte: Livros de casamentos da Freguesia de Crato

Departamento Histórico Diocesano Padre Gomes

Em vinte e cinco de novembro de mil oitocentos sessenta e nove, no sítio Malhada desta freguesia do Crato, em cumprimento da provisão do excelentíssimo bispo diocesano, datada em quatro de setembro deste ano, em casa de Eufrásio Alves Bezerra, em presença das testemunhas Manuel Vieira de Araújo, e Manuel Leandro Bezerra, uni em matrimônio, e dei as bênçãos nupciais a Vicente Alves Bezerra com Isabel Pereira de Meneses, brancos, elle natural e morador da freguesia das Lavras, d’onde apresentou certidão de baptismo, e banhos correntes; e ella e ela desta do Crato dando seo pai licença em banhos, de que (.....) no parentesco de consangüinidade, que se ligam pelo excelentíssimo bispo em quatro de setembro deste mesmo ano, do que para constar, fis este acentoem que mi assigno. (Livro 7, f. 39).

Manuel Joaquim Aires do Nascimento - Parocho

(Pesquisa realizada por Antonio Correia Lima, graduado em História pela Urca - 2008.

Fontes:

01- MORAIS, Pedro Alves de, COSTA, AcelinoLeandro da, Várzea Alegre: Sete Gerações depois de Papai Raimundo. Gráfica Universitária: Crato CE. 1995

02 - Livros eclesiais da Freguesia de Crato CE
03 - http://familiaalvespereira.blogspot.com/2008_08_01_archive.html
04 - Depoimentos de familiares, principalmente, Dalcir Brito;

05 - Blog do Sanharol;

06 - Informações de Dulce Carvalho, neta do prof. Zuza);

07 - Livro de Tombo do Ginásio Prof. José Bizerra de Britto, de Ponta da Serra

Biografia de José Bizerra de Britto ( Prof. Zuza Bezerra)





CLICAR NA IMAGEM PARA AMPLIÁ-LA

Fonte: Livro de tombo do Ginásio Prof, José Bizerra de Brito, de Ponta da Serra

Mombaça Cidade do Mel e berço de Josina Alves Vieira / O Começo - Por Iris Pereira

Um amigo postou um texto falando da cidade de Mombaça no Ceará. Ele afirmou que esta cidade é a princesa do mel. Fiquei com aquilo na cabeça e não conseguia esquecer. Ai fui tentar até lembrar, minha mãe nasceu em Mombaça, dei um grito pra mim mesma, como sou distraída! Nem sei minhas origens, às vezes não damos menor importância pra estas coisas de antepassados, mas hoje vejo com muito orgulho que cada vez descubro mais que minha verdadeira origem é de fato cearense.
Em um sitio das redondezas moravam João Vieira do Nascimento e sua esposa Águida Alves Vieira e deles nasceram 10 filhos, sendo cinco ( 5 ) do sexo masculino e cinco ( 5 ) do sexo feminino. Seus nomes me lembro bem e de algumas feições também:
Luis Alves Vieira- Morava em Iguatu era casado com mocinha ( assim que a chamavam); Lourival Alves Viera- Morava em Iguatu; Antonio Alves Vieira- Morava em Iguatu; Anécio Alves Vieira- Morava em Prado- Iguatu ( Seu nome verdadeiro é outro ) Casado com Véia, esse era seu apelido; Cícero Alves Vieira- Morava em Fortaleza, era casado e tinha filhos que os nomes não me lembro.
Destes tios eu me lembro bem de cada fisionomia, e de alguns detalhes, o tio Louro era barbeiro no centro de Iguatu e tinha quatro filhos. Uma de suas filhas a Selma casou-se com um locutor de rádio. Tinha Lucia, Francisco e o mais velho e a mais nova não lembro o nome.
Tio Anécio era funcionário do governo federal sendo da área da agricultura; Rosa- a mais velha; Madalena; Audenora- morava em Fortaleza no bairro do Jacarecanga, essa teve um filho que mora no Crato e seu apelido é Pingo; Josina - Casou com Manoel Pereira de Souza viúvo pai de duas filhas: Hilda que sempre morou em Icó e era casada com Afonso da sanfona e eles tiveram dois filhos, a Leny Moura Pereira e Francisco Pereira ( Tico da banda); Mundeza- que também tem outro nome, morou um tempo em Juazeiro do Norte e era casada com um sapateiro de nome Zé Miguel, não tiveram nenhum filho.
Meu avô morreu quando eu nem tinha nascido e minha avó casou novamente com um dos seus cunhados que também a deixou viúva e só faleceu em 1967. Lembro que minha mãe teve que ir até o Iguatú para passar a parte dela nos terrenos em Mombaça pro Irmão mais velho o Tio Luiz.
O pouco que eu sei espero ser valioso pra quem quiser me ajudar descobrir noticia de algum desses meus parentes.
Minha mãe falava muitos em seus parentes, mas não guardei seus nomes, contava muitos causos, que guardei como lembranças que às vezes conto pros meus filhos e juntos damos risadas, minha mãe era muito linda e doce, não podia ser diferente pois nasceu lá em Mombaça a princesa do mel.
Esta é mais uma pequena historia de minha vida, sendo agora dirigida à minha mãe querida que faleceu aos 78 anos, linda e muito ativa, gostava de dançar e não perdia o baile do final de semana, dançava até o baile acabar. Morreu como sempre pediu pra Deus, sem nenhum trabalho, foi dormir e acordou nos braços do criador. Sinto dela muita saudade, pois foi mulher determinada e forte, deixou dos vícios pelos filhos pra ser um bom exemplo. Josina Alves Vieira que foi casada com Raimundo Correia Lima do Juá dos Correias.
Iris

O COMEÇO

Nem sei de fato se conseguirei repassar tudo que ouvi de minha mãe sobre sua historia, eu sempre fui boa ouvinte e muito apegada a ela, enquanto ela estava realizando uma tarefa caseira eu lá estava pedindo para contar-me algo do seu passado. Ela gostava de falar, falava horas a fio, nem sempre eu entendia tudo, mas ficava atento a tudo.
Morador de Acopiara o jovem agricultor João Vieira do Nascimento conhecera, em um outro sítio pelas redondezas uma jovem por nome Águida Alves muito jovem ainda nem se deu conta dos olhares do João para ela, mas o João insistiu em trabalhar uns dias pra ajudar na colheita do milho, como de costume os agricultores faziam essa troca de favores, neste poucos dias então aproveitou-se o João e pediu em namoro a àguida que muito tímida mandou-o falar com seu pai. Deu tudo certo, arrumarão o casamento pra depois da colheita e a levaria pra Acopiara. Foi um casamento com a presença de irmãos e parentes dos noivos. Como presente de casamento o pai da Noiva deu um pedaço de terra em Mombaça, para eles começarem a vida com mais facilidades. Trabalhador e muito esperto o João progrediu não só nas lavouras como também nas criações de animais e de filhos, tiveram 10 ( dez ) filhos sendo 5 ( cinco ) mulheres e 5 ( cinco ) homens, aos homens ensinou-lhes a lidar com a lavoura e às mulheres as preparavam para serem boas esposas e donas de casa.

A mais velha das meninas Rosa Alves Vieira casou-se com 14 anos e fora viver em Iguatú. A Madalena Alves Vieira casou com um boiadeiro aventureiro e não tinha morada certa. Aldenora uma moça bonita e rebelde não se conformava com a vida de escravidão, foi visitar a irmã em Iguatu e de lá foi pra Fortaleza, juntou -se com um malandro que fez-lhe um filho e logo em seguida foi preso, mas ao ser transportado de trem para outra cidade pulou e quebrou o pescoço deixando a viúva com um filho que logo viu que não daria conta de criá-lo e o entregou pra uma generosa senhora que o levou pra morar no Crato e o registrou como filho. Audenora Alves Vieira montou um cabaré na praia de Mercejana em Fortaleza, deu-se bem, pelo menos simpática e bonita teve sorte com o negocio e conseguiu tornar-se independente, se é que vender o corpo é ser independente, mas pelo menos ajudou a criar alguns sobrinhos. Josina Alves Vieira a penúltima filha, muito bonita aos 13 anos apaixonou por um pião de nome Francisco, ao falar nele seus olhos sempre se enchiam de lágrimas e sua emoção era evidente e comovente. Seu pai dizia ter mais preferência por ela e não queria perdê-la tão cedo então não permitiu o namoro, passando a vigiá-la constantemente. O Chico tinha uma aliada que era a tia Cabrinha, irmã do meu avô, vendo que era um amor muito bonito ajudou os namorados, combinaram tudo, ele compraria o vestido de noiva e a noite a levaria pra casa da tia cabrinha que pediria ajuda aos pais da Josina pra ela matar um porco, assim foi, a noite o Chico pegou a Josina montou a na garupa do seu cavalo e a levou pra outra cidade ali por perto, pela manhã foram à igreja onde alguns amigos dele já os aguardava, mas o padre não fez o casamento porque não tinha ninguém responsável pela moça e naquela confusão chega o irmão mais velho luis Alves Viera que desconfiado foi atrás da irmã. Levou a de volta pra casa onde viveu muito tempo chorando olhando o vestido e um espelho que o Chico deu-lhe de presente e disse-lhe não verá sua imagem neste espelho serei eu que sempre te acompanharei.
Mas como tudo na vida segue enfrente, minha mãe tinha que cuidar da irmã mais nova a Mundeza Alves Vieira e nas tarefas de casa.
Em mombaça chegou o projeto de irrigação e ferroviária, a cidade virou um alvoroço. Minha mãe conheceu Manoel Pereira de Souza um viuvo com 40 anos e duas filhas, Hilda Pereira e Soledade Pereira , uma das duas na mesma idade que a Josina. O viuvo viu muitas expectativas nesta menina , meteu os peitos e a pediu em casamento, seu pai de imediato concedeu, viu que a filha teria futuro garantido, afinal o homem era chefe de bombas, ele entendia bem do negocio, era funcionário da SUDENE. Casaram e foram morar em Iguatu, sem moradia certa pois o ceará precisava crescer e dar confiança aos eleitores e nisto os trabalhos se estendiam por todo Ceará.
Josina foi tendo um filho de 10 em 10 meses e em cada lugar mais extranho que o outro, finalmente chegou em um lugar que finalmente parecia ser um lugar bom, o Crato. Lá morou na cidade teve outro filho Auderico, quando foi mandada para o sítio malhada dos Britos pois lá seria construído um açude e logo foi arranjado uma casinha de taipa para o casal e seus 5 filhos, Adauto, Francisca Maria, Maria Zilda e Auderico, logo nasceu outro macho o João que morreu com alguns dias de vida e neste mesmo período veio a tal de varíola levando a Francisca e a Maria Zilda, ficando apenas o Adauto e o Auderico.
A coisa não andava boa pro lado do manoel, ele sentia fortes dores nas pernas e já usava uma bengala, a qual não lhe tirava a elegancia, pois este só se vestia de terno de linho branco muito bem passado, bem passado mas amarrotado depois de suas várias pingas no boteco do Lunga, dair as coisas foram piorando, ele já não trabalhava mais, passava a maior parte do tempo deitado em uma rede e bebendo, mas a Josina que cada dia se formava mais bonita e fogosa dava seus pulos, ia pros forrós, bebia , dançava e outras coisitas mas, que ela era de carne e osso e muita beleza. E nessa folia toda nasce a Maria Írismar, 1951, abril, segunda feira braba, as 15 horas, pelas mãos da parteira mãe Branca, essa teve uma sorte passou por tudo que era doença, até curuba, mas escapou, tanto era a vontade de um certo rapaz ser seu pai e de longe cuidava dela, pois o Manoel só afundava cada dia mais e foi adoecendo de verdade, porém tinha a proteção de um chefe e compadre sendo padrinho junto com sua esposa Mundinha, eles estimavam muito a Josina que era uma mulher muito trabalhadora e amiga das pessoas.
Nasceu outro menino que recebe o nome de João, para homenagear o outro que morrera. Quando completa seis meses de vida o João perde o pai, morre o Manoel de moléstia do fígado, é isto que se ler no seu atestado de óbito. Ficou viúva a Josina, mas não demorou muito somente seis meses e torna a se casar, desta vez com um rapaz mais novo que ela 10 anos, Raimundo Correia Lima, um rapaz de família tradicional e bem de vida, de começo já virou confusão, primeiro por ser viúva com 5 filhos, depois pela fama que tinha de ser alegre demais...fogosa demais...enfim os boatos correram soltos pelos juás, Ponta da Serra e a briga foi feia, mas o Raimundo apesar de ser jovem, enfrentou os pais José Paulino Correia e Josefina Correia Lima e foi morar com a viúva e seus 4 filhos pois o mais velho. o Adauto. não aceitou o casamento e foi morar em Fortaleza com a tia Aldenora.
Pelo fato das confusões serem constante entre a família, o Meu padrasto resolveu ir para o Crato, achava que lá ele teria mais oportunidades de trabalhar e nos colocar pra estudar.
Fomos então morar na rua do posto em Crato, onde começa uma nova historia, a da infância de idas e vindas da Írismar, de traumas, choros, brigas, bebedeiras, desafios pra uma menina enfrentar sem se deixar perder na própria perdição da mãe, contando com ajuda do irmão e amigo Auderico, que sempre foi um menino ajuizado, calmo e responsável.
Bem este foi o começo, em seguida foi o Pai Biológico, já postado e conhecido, em seguida, recentemente escrevi um texto dando mais detalhes e esclarecimento do texto Pai Biológico.
Irismar Pereira de Souza ( Íris )

sábado, 6 de novembro de 2010

Antonio Correia Lima: Igual ao Ipê.



Dizem que pessoas especiais não completam anos, fazem a felicidades das pessoas já há tantos anos, este meu amigo por exemplo está fazendo a felicidades de algumas pessoas desde 1951, façam as contas, porque pra mim ele nasceu somente há dois anos e por mais que eu queira implicar com ele, não adianta negar que nestes dois anos ele só me fez feliz, bem também não é tão perfeito assim não, temos tido nossas desavenças, imaginem virtualmente e ainda assim nos desentendemos algumas vezes, mas a culpa é minha, sempre minha. É que ele é nordestino, cearense, daqueles assim que você não não tem vontade de morrer, pede pra ele ir buscar a morte...Ele é tão calmo que me irrita, acreditem, eu teclo um recado enorme e importante pra ele,vou correndo abrir o pc pra ver a resposta, aí está lá "ok" Juro! Ele faz isto. E no bate papo do orkut, é uma comédia, eu pergunto algo pra ele, puxando papo, aí ele responde "sim" ou "não" ai eu quero é matar um homem desse, e eu detesto que me respondam com monossílabos, vixe! Eu viro o bicho, mas não adianta, eu provoco, brigo, fico intrigada dele uns dias, mas eu não posso ficar muito tempo longe dele, principalmente agora que só me resta ele a fazer a ponte entre eu e Ponta da Serra meu lugar amado. É ele que me mantém informada, que faz lembrar minha infância e juventude vividas pelas bandas de lá. Mesmo com toda esta calma dele, tem dias que parece que tomou energético e saí por lá fotografando tudo que possa fazer nossa história. Eu não sei como ele descobre oa antepassados das pessoas, pois não fala, a não ser que ele seja assim calado só comigo.É até por telefone ele só ri, não me dar uma notícia inteira, mas pensando bem! Será que é ele pouco falador ou eu que falo demais?

Só sei que foi no dia 06/11/1951 que a mãe dele botou ele neste mundo, mundo grande, mas que não o assustou não, enfrentou tantas coisas nesta vida, trabalhou de tantas coisas, já fez até igual a tantos nordestino: Pegou sua família e veio tentar a sorte aqui nessa terra de concreto, o tal de São Paulo, mas graças a Deus, ele criou juízo e voltar para o Ceará e começa tudo outra vez, tenta de tudo, teve mudanças em sua vida, brigou com a sorte e disse : Olhe aqui eu sou é cabra macho, me chamo Antonio e vou vencer nesta vida nem que seja a força. E lutou, estudou, e chegou a faculdade e mesmo sendo um dos mais velhos dos alunos, foi um exemplo de perceverança, conseguiu se formar! Orgulho para toda família e amigos. Mas continuou sendo simplesmente o Tonho, o Toinho, cresceu e amadureceu intelectualmente, mas continuou com sua humildade. Tem projetos maravilhosos para a PS, trabalha para a comunidade como se fosse para sua familia. Chega vou deixar de falar tanto que ele pode até achar ruim e hoje eu não quero desagradá-lo, muito pelo contrario, quero que ele esteja feliz e continue sendo este meu amigo maravilhoso que é.
Não sei se lhe deixo um abraço apertado, ou um beijo, na dúvida vou deixar os dois.
Felicidades meu querido Antonio.
Sua amiga impingenta e briguenta que te adora.
Maria Írismar Pereira de Souza

miris Íris Luto:

15:48 horas do dia 03/11/2010
Eu que estava com malas prontas pra ir visitá-lo, bater aqueles papos relembrando meu tempo de menina, que foram poucos mais muito bem aproveitados. Junto dele era uma magia, uma lenda, parecia que as horas eram segundos, tudo corria muito rápido pois o prazer de estar com ele era inesquecível. Que homem sábio! E Eu nada herdei de sua sabedoria, mas aprendi os valores da amizade, mesmo à distância nós estávamos sempre nos comunicando, mas não é a mesma coisa, ficávamos sem querer desligar,
para curtir mais um pouco o ouvir das nossas vozes, pois, o prazer de estar com ele era inesquecível. Que homem sábio! E Eu nada herdei nada de sua sabedoria, tinha uma memória invejável, lembrava de tudo com mínimos // detalhes. Era minucioso em narrar qualquer fato, parecia estar passando um filme.
Bem, meu pai não está agora aqui na terra, nosso abraço de saudades, mas me aguarde,em
algum lugar nos reencontraremos e mataremos a saudade.
Conformo-me com sua partida, pois, estavas sofrendo e teve uma partida calma como o seu jeito de falar. Dormiu e se foi, simplesmente apagou. Boa viajem meu pai, que seja bem recebido no lugar que for.
Não direi adeus, pois vale mais um até breve.
Manterei sua lembrança como o vi na ultima vez em 2000.
Para minhas primas e primos que foram tão carinhosos com ele mando o meu abraço de gratidão. Pra tia Lozinha e meus tios peço que lembrem dele como o irmão querido que sempre foi.
Um abraço pra todos.
Maria Írismar Pereira de Souza

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Distância que Não Separa Amigos


Como os sentimentos podem se encontrarem e serem compartilhados mesmo a uma distancia enorme como a que me separa do Antonio Correia Lima, o Tonho, o Toinho , eu aqui na parte sudeste de São Paulo e ele lá na Minha amada Ponta da Serra, na região do Cariri, uma região que apesar de sofrer com a falta de chuvas e um intenso calor, tem uma vantagem de ter nascido e desenvolvido abaixo da chapada do Araripe e tem assim o privilégio de ter muitas nascestes e cascatas de agua pura e natural, ficando uma região mais favorecido com o verde das matas naturais. Em Ponta da Serra já não há mais tantas matas, porém é um lugar agradável e tem seu próprio rio que desce favorecendo vários sítios e ajudando nas lavouras e criações de açudes e reservatórios é claro que é necessário que o inverno seja favorável e que a chuva seja suficiente para reabastecer os açudes que não recebem agua de rios.

Mas com chuva, sem chuva, meu amigo Antonio está aliviado e de coração batendo forte de alegria. Venceu uma batalha das que tem vindo trabalhando arduamente:
Venceu! Vencemos, isto de fato foi um grande presente para ele que é e nunca negou ser um petista fiel. Bem merecido a sua vitória meu amigo, nossa vitória, pois confio nas mudanças para melhor que virão.
Agora pode voltar a dedicar-se novamente ao trabalho social que faz ai em PS e aos amigos do orkut que lhe procuram pedindo ajuda à procura de familiares e pessoas que não vem a muito tempo. Este é um trabalho minucioso e demorado que requer muito estudo e pesquisa, um trabalho bem a seu modo e seu jeito.
Nossa alegria encontrou-se por uns poucos minutos através de um telefonema, mas nem sabíamos o que dizer, nossas risadas eram ouvidas eu de cá e você de lá, ligados por um simples aparelho celular, mas que mostramos um ao outro o quanto é importante estarmos presentes na alegria ou na tristeza, desta vez foi na alegria e
que Deus continue nos abençoando para sempre nos encontrarmos assim, alegres.
Agora programe-se para a nova luta e deixe-me a par de tudo. Estarei com você, como sempre.
Um forte abraço amigo
Maria Írismar
Obs. Vista Noturna do centro de Ribeirão Preto, prefeitura Municipal

O Brasil e a questão ambiental

Delúbio Soares (*)

Num dos debates da campanha presidencial, Dilma Rousseff, então candidata petista, foi extremamente feliz ao dizer que existem duas grandes preocupações nos dias de hoje: o meio-ambiente e a paz mundial. E a questão ambiental, não por acaso, tomou lugar de importância no cenário político e na discussão dos grandes temas nacionais.

O balanço do governo Lula na área ambiental é sabidamente positivo: houve uma queda contínua e consistente do desmatamento na Amazônia, a maior queda nos últimos 20 anos, e foram criadas novas e grandes áreas de Unidades de Conservação, fazendo com que o Brasil se tornasse referência mundial na conservação e proteção ambiental.

Nenhum outro governante antes de Lula teve tanta sensibilidade para com a questão ambiental, tratando-a com respeito, competência e sincera devoção. O próprio presidente, homem antenado nas questões fundamentais do país e da humanidade, chamou a si a condução das políticas da área e comandou a luta por importantes conquistas para o Brasil e os brasileiros.

VEJA MATÉRIA NA ÍNTEGRA NO BLOG DO TOINHO> O Brasil e a questão ambiental