sexta-feira, 26 de junho de 2015

A então Deputada Estadual Íris Tavares ( PT Juazeiro do Norte) lutou também para a vinda de uma escola de Ensino Médio para Ponta da Serra

Por Antonio Correia Lima 




Como historiador , e cima de tudo como militante do Partido dos Trabalhadores,  não poderia deixar de registrar esse fato, que hora relato.
Foi num certo dia do ano de 2004  que  Deputada Irís Tavares esteve em uma reunião no Salão Paroquial de Ponta da Serra para agradecer a sua grande votação neste distrito, e nós do Movimento Emancipalista  solicitamos que ela  assumisse o nosso projeto  o que ela fez  durante o seu mandato nos mantendo bem informados sobre o assunto.
Nesta mesma reunião um representante de um dos grupos organizados solicitou que a mesma lutasse pela vinda de uma escola de Ensino Médio para Ponta da Serra, no que ela se comprometeu, e  aqui trazemos  não só o  pau que matou a cobra, mas também   a cobra morta.
Apesar de sua luta, os loiros da vitória ficaram para outra política da região.

Devemos ressaltar que contou muito ponto  a força política de  lideranças locais e regionais, como por exemplo, os  vereadores  Edvardo Ribeiro da Silva e Antonio Ferreira Leite, dos grupos Organizados  e da ex- deputada  Fabíola Alencar .

Moradia do casal Joaquim Valdevino e Maria Stela



Esta é uma pintura, se não me engano, de autoria de um dos filhos que retrata a moradia do casal Joaquim e Maria Stela na localidade onde fica hoje o Serravento Club, local esse que tinha uma certa elevação ,  inclusive,  com uma ladeira denominada de Ladeira de Joaquim Valdevino.

OUTRAS FOTOS FORNECIDAS PELA  PELA FILHA STELA




ÁRVORE GENEALÓGICA DE JOAQUIM VALDEVINO DE BRITO



Por Antonio Correia Lima


FRANCISCO CORREIA DE BRITO E JOANA CARNEIRO

 PAIS DE

FRANCISCO JOSÉ DE BRITO  C.C.  EUFRÁZIA ALVES  BEZERRA

PAIS DE

ANTONIO DE BRITO CORREIA C.C. ISABEL BEZERRA DE MORAIS

PAIS DE

MIGUEL ALVES DE BRITO OU DE BRITO CORREIA C.C. GRACINDA  PERPÉTUA DO AMOR DIVINO

PAIS

JOAQUINA ALVES DE BRITO C.C. JOSÉ VALDEVINO DA CRUZ

PAIS DE

JOAQUIM VALDEVINO DE BRITO (09.01.1911 a 25.07.2001) C.C. MARIA STELA BRITO SIEBRA, f.l. de José Augusto Siebra, da Malhada, Casaram-se em 12.10.1935, ele com 24  e ela com 21 anos de idade, tendo por test. José Valdevino de Brito e José Siebra de Brito – DHDPG Livro de Casamentos de 1932 a 1936 p 160

JOAQUIM E MARIA STELA

PAIS DE

 Maricelli, Rosa Maria, Rocélio, Antônio Augusto, Pedro Elmano (em memória), Rui, José Humberto, Stela, José Jucélio, Lúcia, Francisco, Jacinta e Melânia.


HISTÓRIAS DE JOAQUIM VALDEVINO DE BRITO –



 por Stela Maria Siebra Brito

Quando éramos crianças papai reunia a meninada ao seu redor e, sob a luz de um candeeiro de querosene, costumava nos contar fabulosas histórias de trancoso, cheias da riqueza, da magia e do encanto do imaginário proveniente da nossa herança indígena, africana e portuguesa.
Grande fascínio aquelas histórias exerciam sobre nós! 
Depois, quando já éramos todos adultos, papai nos emocionou contando histórias reais: as da sua vida. Eram histórias simples do cotidiano de um sertanejo, histórias que retratavam a singeleza da vida daqueles que aguardam a chegada do inverno para plantar e garantir a sobrevivência da família, histórias repletas de lições práticas de um homem que desde criança buscava alternativas criativas para vencer as adversidades da vida.
Das muitas histórias que Joaquim Valdevino contava, queremos destacar especialmente uma que traduz bem seu espírito de luta, de fé e confiança no trabalho.

Era o final de um ano seco e não adiantava plantar nada, pois todos falavam que não adiantava, “só se ia perder semente...”
Mas ele não se conformava com aquela pasmaceira de estiagem prolongada, não podia ficar sem fazer nada, só olhando para um céu sem nuvens e sem promessa de chuvas. Estava para chegar um novo ano...  quem sabe não chovia em janeiro, fevereiro ou em  março, com as bençãos de São José? 
Vislumbrou em sua mente o branco de um algodoal.  Seu coração acatou com confiança a ideia e sua vontade imperiosa entrou em ação: preparou a terra e plantou as sementes de algodão.
As pessoas não acreditavam naquela tentativa, mas Joaquim era obstinado...
Entrou o novo ano e houve uma mudança no tempo. Soprou um vento que prometia chuva, e que caiu no chão como dádiva preciosa para aqueles que acreditaram e plantaram. A chuva não foi muita, porém foi suficiente para segurar o algodão.
O algodoal de Joaquim, naquele ano, não só enfeitou a sombria paisagem sertaneja, como garantiu comida na mesa e aquisição de sementes para o próximo inverno.

Obrigado Joaquim Valdevino por nos ter ensinado, com sua história de vida, que, frente às dificuldades, não devemos bloquear nossa fonte de ideias e cruzar os braços:
É PRECISO PLANTAR ALGODÃO!


UMA HOMENAGEM DE GRATIDÃO DOS SEUS FILHOS: 




Maricelli, Rosa Maria, Rocélio, Antônio Augusto, Pedro Elmano (em memória), Rui, José Humberto, Stela, José Jucélio, Lúcia, Francisco, Jacinta e Melânia. 

JOAQUIM VALDEVINO DE BRITO E A PONTA DA SERRA

Por Stela Maria Siebra Brito






Joaquim Valdevino de Brito nasceu, se criou e morou grande parte da sua vida na Ponta da Serra. Por conta das coisas do destino foi morar longe, mas nunca esqueceu sua terra. Nunca esqueceu do cheiro da terra, da espera por um bom inverno, das roças, da festa de São José, das enchentes do rio Carás, da safra de pequi, da feira do Crato, da serra do Juá nem da serra do Araripe.
Seu coração sempre esteve ligado às coisas da Ponta da Serra, lembrando as histórias vividas. Foram inúmeras as histórias de sua vida que ele nos contou, dos tempos de menino e de quando já era homem feito, que é impossível não se fazer um retrato da Ponta da Serra daquele tempo através dos seus relatos. Joaquim Valdevino e seus contemporâneos são parte da história da Ponta da Serra, porque eles ajudaram a construir essa vila.
Um exemplo é a construção da Igreja, que foi realizada num sistema de mutirão, com a participação de homens carregando as toras de madeira das matas, enquanto outros iam cuidando do levantamento das paredes.
Anos mais tarde, foi criada a Irmandade de São Vicente, da qual Joaquim fazia parte atuando como secretário.
Lembro também dele dizendo: “lá na Ponta da Serra onde eu nasci, me criei, casei e criei meus filhos, naquele sertão muitas vezes seco, a gente que era agricultor levava uma vida muito dura, mas eu desde menino trabalhei muito, e até mesmo nos anos de seca eu botava roça, na esperança que a chuva viesse e muitas vezes vinha mesmo”.
Acho natural que as novas gerações não saibam quem foi Joaquim Valdevino de Brito, assim como certamente não sabem quem foram outras pessoas das famílias antigas da Ponta da Serra, como os Bernardo, os Leite, os Correia, os Ribeiro, os Brasil, os Xenofonte, etc. Atualmente, na Ponta da Serra, seus irmãos mais conhecidos são Raimundo Valdevino, José Valdevino, Maria Valdevino e João Valdevino.
A história que os primeiros e, portanto, antigos moradores contavam é cheia de fatos que relatam o cotidiano de agricultores e pequenos proprietários de terra numa luta constante contra as dificuldades não só impostas pela natureza com os constantes anos de estiagem, mas de um tempo onde não existiam as facilidades de hoje, trazidas pela energia elétrica, os meios de transportes e comunicações, as escolas públicas, o posto de saúde, etc.                         
Antigamente iam para a feira no Crato a cavalo ou a pé, enfrentando chuvas fortes, estrada enlameada, ou um sol escaldante, se era ano seco. O progresso para a época foi a chegada de um caminhão que, por iniciativa de Joaquim Valdevino vinha fazer o transporte dos queijos que ele fabricava, e também carregava o povo que ia para a feira do Crato.  Era uma espécie de transporte coletivo, que veio aliviar a dificuldade das viagens para a cidade. Nesse tempo Joaquim Valdevino fabricava manteiga da terra e queijo de manteiga. A primeira padaria que existiu na Ponta da Serra foi aberta por ele. Mais tarde trabalhou no posto da Coletoria Estadual que havia na Ponta da Serra. Depois foi morar no Crato, estabelecendo-se como comerciante. Muitos anos depois foi residir com quase toda família no estado de Pernambuco.





SÃO PEDRO DOS ALUNOS DA CRECHE SÃO JOSÉ

Fotos de FGustavo










quarta-feira, 24 de junho de 2015

GOVERNADOR CAMILO GARANTE CONSTRUÇÃO DE ARENINHA NO CRATO






No último domingo (21/06) em visita a região do Cariri, o governador Camilo Santana (PT) anunciou a construção de uma "areninha" no bairro Seminário, atendendo a solicitação do deputado estadual Sineval Roque (PROS). A areninha terá grama sintética, arquibancada, alambrado e tudo que tem direito, segundo o governador Camilo será semelhante as que estão sendo construídas em Fortaleza, em parceria com o prefeito Roberto Cláudio (PROS). 

O deputado Roque fez essa solicitação ainda na gestão do governador Cid Gomes (PROS), inclusive colocando a disposição suas emendas parlamentares. O ex-governador Cid já tinha se comprometido em realizar essa obra logo que o canteiro de obras da empresa responsável pela Encosta do Seminário fosse retirado, já que o campo ficará naquele local. 

"O Roque vem pedindo essa obra desde quando eu era secretário do governador Cid, e ele já havia autorizado, reforço aqui o meu compromisso com o Roque de construir esse campo, aliás, vou construir aqui uma "areninha" igual a que estamos fazendo em Fortaleza com o prefeito Roberto Cláudio." Afirmou o governador Camilo Santana. 

"O compromisso do governador Camilo comigo e com a construção desse campo é o mesmo que o ex-governador Cid tinha, tenho certeza que logo que a empresa desocupar essa área será construído uma areninha espetacular para a comunidade do Seminário." Concluiu o deputado Roque. 


Atenciosamente, 

Caio Saldanha Ferreira de Assis Bem
Gabinete deputado estadual Sineval Roque (PROS)
Assembleia Legislativa do Estado do Ceará
Av. Desembargador Moreira, 2807,  Fortaleza-CE

Fone/Fax: (85) 3277-2500
Escritório no Interior
Rua Bárbara de Alencar, 803, Sala 07, Crato-CE
Fone/Fax: (88) 3523-8525
Celular/WhatsApp: (88) 99740-0555 (Tim)