terça-feira, 2 de novembro de 2010

MAPA DO RESULTADO DO 2º TURNO PARA PRESIDENTE

EXTRAIDO DO DIARIO DO NORDESTE

7ª EXPOMORTE PONTA DA SERRA

No momento, estamos realizando, no nosso Cemitério Público, a 7ª Expomorte, que tem por objetivo rememorar os nossos entes queridos que já faleceram nos deixando eternas saudades.
Ao mesmo tempo, estamos expondo todo o material numa página na Interne, criada com esse fim.


segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Lula avisa que continuará a ser protagonista na cena política


Apesar de descartar participar formalmente do próximo governo, presidente diz que quer seguir 'ajudando o Brasil'

31 de outubro de 2010 | 23h 57
    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse neste domingo, 31, que continuará à frente da rede de movimentos sociais e sindicais depois que deixar a Presidência. Em entrevista no pátio da Escola Estadual João Firmino, onde votou pela manhã, afirmou que estará à disposição de sua sucessora, a "companheira" Dilma Rousseff, para eventuais embates com os adversários e diálogos com empresários e aliados.

"Não tenho como desaparecer da minha relação com a sociedade de uma hora para a outra", afirmou. "Quero continuar viajando, ajudando o Brasil e a política", ressaltou. "Sou um ser humano político."

Nas respostas sobre o futuro político, Lula sugeriu que a disputa de 2014 é um tema de interesse da imprensa, enquanto a preocupação dele é permanecer em evidência nas ruas após deixar o governo. "Ela (Dilma) vai tomar posse no dia 1º. Eu vou para a terra e ela continua. Eu, no nosso barco", afirmou. E repetiu semblante de falta de interesse toda vez que foi perguntado sobre um possível terceiro mandato, dizendo não ter "vontade" de voltar ao Planalto.

Ao comentar o poder das ruas, ele observou que deixa o governo com 80% de aprovação. Mas descartou participar formalmente do futuro governo e mesmo das atividades do PT, mas estará aberto para conversas com Dilma. "Eu sou companheiro da Dilma, gente, lógico que eu vou discutir com ela muitas coisas", disse. "A única tarefa que eu não quero é ter tarefa dentro do governo ou do partido."

Se a situação da "companheira" estiver tranquila, Lula pretende se dedicar aos afagos a sindicatos e organizações não governamentais em atividade nos grotões do País e à sua imagem no exterior. "Eu tenho muita coisa a fazer no Brasil. Tenho relação muito forte com o movimento social. Vou continuar andando pelo País", disse. "Ainda temos que construir uma solidez forte na América Latina, a integração ainda não é total."

Para Lula, Dilma deve construir um governo com a "cara" dela, com pessoas de confiança que possa colocar e tirar. E sinalizou que a petista vai recorrer à mesma fórmula usada por ele em momentos de turbulência política – colar nos críticos a tarja de preconceituoso.

No primeiro mandato, o presidente acusava adversários de preconceito contra um ex-metalúrgico. Ontem, Lula disse que a petista sofreu por ser mulher. "Acho que é uma coisa delicada o que aconteceu nessa campanha, a disseminação do ódio e do preconceito", disse. "Em política, isso é muito grave."

PMDB. A uma pergunta sobre o apetite do aliado PMDB por cargos, o presidente respondeu que é um "grande engano" achar que o partido tomará conta do governo. Avaliou que Dilma está preparada para lidar com os aliados de forma "republicana" e montar uma equipe de acordo com a sua base de sustentação política. "Não tenho dúvida que fará um grande governo."

O presidente fez críticas às igrejas pela postura no debate do aborto e à imprensa por agir de "má fé" e "explorar" politicamente o discurso religioso, especialmente uma declaração recente do papa Bento XVI. "Acho que as igrejas vão ter de pensar o seu papel, porque muita gente usou e abusou do direito de vender inverdades", afirmou. "Alguns setores da imprensa erram ao tentar nivelar a política por baixo."

EXTRAIDO DO ESTADÃO

01/11/2010 - 13h28 Veja mulheres que ocuparam cargos de liderança na política mundial


DE SÃO PAULO

Dilma Rousseff (PT) chega ao dia da eleição com 55% dos votos válidos, segundo pesquisa Datafolha realizada ontem e hoje. Está dez pontos à frente de José Serra (PSDB). Se confirmar nas urnas o resultado do Datafolha, a petista será eleita a 40ª presidente do Brasil, a primeira mulher a ocupar este cargo.

A cada eleição que passa, aumenta o destaque das mulheres no poder. Neste ano, oito venceram a corrida pelo Senado, elevando a bancada feminina para 12 parlamentares, num total de 81 senadores. Além disso, duas candidatas ficaram entre os cinco deputados mais votados. No total, serão 43 mulheres na Câmara dos Deputados em 2011.

Confira, no vídeo abaixo, mulheres que ocuparam cargos de líderes políticas pelo mundo.

Veja a transmissão ao vivo da Folha-UOL com detalhes do pleito

EXTRAIDO DA FOLHA UOL

31/10/2010 - 19h14 Dimenstein: Educação e saúde devem ganhar mais espaço na agenda política do país


DE SÃO PAULO

Em entrevista durante o programa ao vivo da Folha e do UOL sobre as eleições 2010, o colunista Gilberto Dimenstein disse que temas como saúde, educação e segurança farão parte da nova agenda do Brasil.

Veja a transmissão ao vivo da Folha-UOL com detalhes do pleito

Educação e saúde farão parte da agenda do Brasil:

Governo Dilma será "mandato tampão" de Lula:

EXTRAIDO DA FOLHA UOL

31/10/2010 - 23h41 Assista ao primeiro pronunciamento da presidente eleita Dilma Rousseff


DE SÃO PAULO

Dilma Rousseff (PT) destacou neste domingo o fato de ser a primeira mulher eleita presidente do Brasil em seu pronunciamento após a vitória.

A petista prometeu respeitar a Constituição e destacou as realizações do governo Lula (leia a íntegra).

Veja a transmissão da Folha-UOL com detalhes do pleito
Confira trajetória de Dilma Rousseff, primeira mulher presidente do Brasil

Dilma recebeu mais de 55 milhões de votos dos 105 milhões registrados nesta eleição.

EXTRAIDO DA FOLHA UOL

01/11/2010 - 15h51 Secretario geral do PT conta como foi a manhã da presidente Dilma Rousseff; veja


DE SÃO PAULO

Com uma participação de destaque na campanha da então candidata Dilma Rousseff (PT), o secretário-geral do Partido dos Trabalhadores, José Eduardo Cardozo, comenta como foi a primeira manhã de reuniões e trabalho com a presidente eleita. Cardozo afirma que, neste momento, prefere não especular sobre uma eventual participação no governo.

José Eduardo Cardozo fala sobre a vitória de Dilma

Secretário geral do PT prefere não especular sobre participação no governo

REUNIÃO

A expectativa é de que a equipe de transição seja anunciada na próxima quarta-feira, tendo como coordenador político o presidente do PT, José Eduardo Dutra, e o ex-ministro Antonio Palocci como coordenador técnico. A primeira reunião já pode ocorrer na sexta-feira. "A festa foi ontem. Agora é hora de trabalhar", disse Palocci.

Alguns assessores afirmam que a presidente eleita deve tirar uma folga a partir desta terça-feira até sábado, no Rio Grande do Sul. No fim de semana, a petista volta a Brasília para acompanhar a comitiva do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em uma viagem à África e ao G-20.

Dilma recebe os assessores em sua residência no Lago Sul, área nobre de Brasília. Além de Dutra e Palocci, estão presentes o coordenador do programa de governo e assessor especial da Presidência para Assuntos Internacionais, Marco Aurélio Garcia, e o assessor Giles Azevedo, cotado para ser seu chefe de gabinete.

Garcia disse que Dilma começou a receber ontem telefonemas de lideres internacionais parabenizando pela vitória, como o presidente da França, Nicolas Sarkozy.

TRANSIÇÃO

Dilma tem uma verba de R$ 2,8 milhões e poderá contratar 50 funcionários para o governo de transição, que vai da proclamação da eleição (que em geral ocorre dois dias após o pleito) até 31 de dezembro.

Em agosto, o Ministério do Planejamento criou um grupo de trabalho formado por 30 servidores de vários órgãos que ficarão responsáveis por fornecer à transição as informações necessárias sobre o governo federal.

Com esses dados, será formada a "agenda dos 120 dias", com todos as medidas de curto prazo, como contratos, pagamentos a serem feitos, ações institucionais que precisam ser cumpridas.

A ideia da agenda é garantir que o próximo presidente não seja surpreendido por prazos e para dar continuidade a ações em andamento.

O grupo de trabalho ficará responsável por fazer um levantamento do que foi prometido pelo presidente Lula na campanha de 2006 e comparar com o que foi realizado.

O governo de transição será instalada no CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil).

Com reportagem de MÁRCIO FALCÃO e RANIER BRAGON


FONTE FOLHA UOL