quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Passeio à Catingueira, com o olhar voltado ao passado - PARTE II - Por: Antonio Correia Lima


25 - Vista da vila a partir de Joaquim Vieira;

26 - Vista da região do sítio Altos de Baixo, a partir da ladeira de Joaquim Vieira;

28 - Depois da ladeira de Joaquim Vieira, vista da Serra do Juá, com destaque da grande Pedra , que fica nas Pombinhas;
29 - Propriedade dos herdeiros de Joaquim de Costinha, nos fundo, morros da Serra do Juá, onde irá passar o canal das águas do Rio São Francisco, de acordo com o Projeto do Cinturão das águas.

IMPORTANTE:
O canal do Cinturão das Águas que sairá de Jati CE, seguindo o entorno da Chapada do Araripe, cortando, no município do Crato, as nascentes dos rios Grangeiro, Batateiras e Carás, indo até o rio Cariús, passará pelo sopé da Serra do Juá, aproximadamente, neste trecho

30 - Aqui fica a casa antiga de Zé de Pedro, na cabeça da ladeira, ainda na propriedades dos herdeiros de Joaquim de Costinha;

30.1 - Residências atuais dos familiares de Zé de Pedro;

31 - Cova da Nega: em finais do século 19 foi sede da propriedade de mesmo nome, pertencente ao Sr. Pedro Soares Celestino, senhor de escravos, ancestral da família Celestino da nossa região. Dizem os mais velhos que aqui uma onça comeu uma negra escrava que ia fugindo dos seus donos;
ENTENDEMOS QUE A COVA DA NEGA REPRESENTA O LIMITE ENTRE AS TERRAS DO SÍTIO ALTOS E SÍTIO CATINGUEIRA

33 - Vista da Vila Porfírio;

32 - Ladeira da cova da Nega. Ver-se também um monumento erguido a  São Francisco por Maria Zenilda Brito ( filha de José de Souza Brito) na propriedade da família;
ENTENDEMOS QUE AQUI, NA PROPRIEDADE DOS HERDEIROS DP SR. JOSÉ DE SOUZA BRITO- SEU ZÉZIM, INICIA O SÍTIO CATINGUEIRA.

34.1 - Açude de Zezinho de Brito;

35 - Casa da fazenda, que morou  Dedé, depois, Padim ( Afonso Aldenir Brito), ambos filhos de Seu Zezim de Brito




36 - Corredor de Antenor;
37 - Vista parcial do baixio dos Xenofonte

37.1 - Ladeira da Vila Porfírio, onde morava Seu Pedro Xenofonte;

38 - Aqui ficava a casa de Seu Zezim de Souza, em propriedade do mesmo;

39 - Casa de Antonio de Edmilson Pequeno, antes moradia dos seus pais, em propriedade da família, que pertenceu antes a Zé de Sá, sogro de Edmilson. Entre a casa de Seu Zézin de Souza e a de Antonio de Edmilson, havia uma pequena casa, do mesmo lado, onde morou Vicenato e também Seu Zé Tindó.

39.1 - Casa atual de Antonio de Edmilson, antes, de Seu Belo, na mesma propriedade;


39.2 - Corredor de Antonio de Edmilson;

41 - Na primeira propriedade de Seu João Sátiro: a casa de Zé Jaime e de Giovani( depois, de Leda e Antonio). Na primeira propriedade de Gilberto Xenofonte: a casa de Zé Cássio. Aqui ficava a casa antiga de Antonio Xenofonte, que foi herdeiro do Velho Daniel das duas partes de Seu João Sátiro, da de Gilberto e da de Rosalvo;

42 - Aqui terminava o meu percurso, nas décadas 1970/80, na casa de Seu João e Dona Marieta, na segunda propriedade do casal. Em frente, ficava a casa de Pepeta, onde morava o Zé Pelado, que ficou paralítico por muitos anos por causa de um acidente carregando um pau para a construção da capela de São José nos idos de 1930/32;

43 - Propriedade e residências dos herdeiros do casal Rosalvo e Loreto Xenofonte. Rosalvo, filho de Antonio Xenofonte, Loreto, de Seu Manezin;






44 - Aqui, passa o Riacho da Catingueira. As casas acima, a primeira é a de Sheyla filha de Edenir e Antonio Almeida, portanto, neta de Seu Manézin. A segunda, é a de Antonio Flávio filho de Gilberto Xenofonte e Divina, que era filha de Bezinha irmã de Dona Sinhá;
45 - Grupo Escolar Antonio Xenofonte de Oliveira, desativado, há alguns anos, numa decisão equivocada do Poder Público Municipal, na propriedade de Gilberto. Ao lado, a casa do mesmo;

47 - Casa de Alberto e Zélia, sendo ele filho de Paulo Xenofonte, e ela, neta de Maria Xenofonte, irmã de Seu Paulo

49 - Vacaria de Alberto, e nos fundos, a residências de Expedito e Albertina ( filha de Paulo Xenofonte) e a de Zé Xenofonte, que é filho de Seu Manézin.

50 - Estamos próximo à entrada para a casa de Seu Manézin, onde deveria haver outra imagem mostrando o entroncamento das duas estradas: a que vai para seu Manézin e a que segue no sentido das Lajes, como isso não aconteceu, vamos fazer as devidas citações. Do lado direito havia a casa antiga de Zé Xenofonte, filho de Seu Manézin. Desse mesmo lado, e mais para cima, havia a casa antiga de Expedito e Albertina.
Ainda no sentido das ages, e do lado esquerdo, mais acima, havia a casa de Dona Rosa e Seu Ananias, local de atração das pessoas da comunidade;

53 - Casa nova do Seu Manézin e Dona Sinhá, construída no lugar da antiga, na década de 70/80. Quero aqui fazer um registro que está vivo na minha memória: Nunca fui de freqüentar a casa de Dona Sinhá e os contatos com ela foram poucos. Mas certa vez ia passando em frente da sua casa, e por achar que ela não me reconheceria, fui passando, como se diz, “ de fininho”, quando ouvi sua voz, dizendo: “ oi Toinho, tudo bem”? Isso me deixou impressionado com o seu nível de atenção com as pessoas.
Para enriquecer este trabalho trago um fato, que acredito ser do desconhecimento de muitos da família: Dona Sinhá seria a segunda esposa de Seu Manézin. Vejamos este documento que transcrevi, na íntegra, dos livros da Igreja.
DENUNCIAÇÕES : 1º, 8 E 15 de novembro de 1903
Confavor de Deus quer casar-se Manuel Xenofonte de Oliveira filho legítimo de Daniel Xenofonte de Oliveira, e Anna Maria de Oliveira, com Raimunda Duarte de Meireles filha legítima de José Duarte Pinheiro, e Suzana Leite de Meireles. Os nubentes são naturais e moradores nesta freguesia do Crato. Já estão dispensados pelo parentesco que estão ligados.

54 - Vista da vazante de Seu Manézin, onde hoje funciona a Sede do Projeto Verde Vida;
55 - Por falha do fotógrafo, deixamos de registrar a casa atual do Seu Zé Xenofonte , nas imagens padronizadas, mas, utilizamos esta copiada da página da sua neta Cristiane. Ele é filho de seu Manezín e casado com Dona Josefa Brasil;

56 - Esta é a sede do Projeto Verde Vida, uma ONG idealizada e criada por Marcos Xenofonte, que é neto de Seu Manézin;

57 - Na foto, o Giovani Batista indicando a casa do Giovani Sátiro. A pequena casa nos fundos, na época em referência, morava o casal Zé Maciel e Maria Velha, que era irmã de Pepeta e Pixaim. Giovani, que é filho de Seu João Sátiro e Dona Marieta é casado com Maroni filha de Seu Bernardo e Dona Eulina ( primos legítimos), sendo Bernardo filho de Maria e Eulina, de Seu Manézin). Zé Jaime , irmão do Giovani é casado com Maroly, outra filha do Seu Bernardo;

59 - Aqui, o ponto final do nosso percurso, no famoso açude da Catingueira ou açude do Seu Manézin. O Giovani Batista está indicando a capelinha dedicada a São José Operário, construída por Marcos Xenofonte, há alguns anos. Nos fundos, também, o morro, que tem no seu sopé, uma espécie de fonte, que tem a as pedras sobrepostas, que é conhecida por : a “Casa de Pedra”
IMPORTANTE:
Águas do São Francisco deverão passar por aqui e , logicamente, deverá alimentar este açude, e outros que se encontrarem na região onde passará o Canal do Cinturão das Águas, que partirá de Jati CE, seguindo o entorno da Chapada do Araripe, cortando, no município do Crato as nascentes dos rios Grangeiro, Batateiras e Carás, indo até o rio Cariús


NOTA: PEDIMOS A TODOS QUE TEM INTERESSE NESTE ASSUNTO QUE NOS FORNEÇAM MAIS SUBSÍDIOS PARA ENRIQUECERMOS ESTE TRABALHO.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

O que é Genealogia?


(Veja na imagem, a genealogia de Cristo)

Sabe-se que a Genealogia vem de duas palavrinhas gregas:gene e logia. Até mesmo os povos ágrafos (que não tem escrita) cultivam as genealogias, na forma oral, transmitida dos mais velhos para os mais novos. Na década de 70, o escritor afro-americano Alexander Palmer Haley (1921-1992) reconstruiu no romance histórico “Roots” (Raízes, 1976) a sua genealogia usando como fonte a oralidade, até chegar ao seu quinto-avô africano Kunta Kinte, numa aldeia de Gâmbia no século XVIII. As genealogias mais antigas que se conhecem são originárias do Oriente. Em sociedades organizadas de forma racista ou aristocrática, as genealogias revelam as origens étnicas ou sociais das pessoas, para lhes dar o seu lugar na sociedade. Nas universidades são apresentadas teses baseadas em genealogias. Vários livros são publicados com genealogias familiares e regionais.

Leia mais acessando http://www.ahjb.com.br/ahjb_pagina.php?mpg=02.05.01.00

Funcionário público envia livros para comunidades carentes do Nordeste - Leilane Menezes

(MATÉRIA PUBLICADA NO CORREIO BRAZILIENSE, EDIÇÃO DE 11.01.11)

Por iniciativa própria e sem qualquer subsídio, multiplicador de conhecimento ajuda a ampliar os horizontes de muita gente.

Quando o caminhão abastecido de livros entra na cidade, é como se um oásis se abrisse em meio ao calor e à secura evidentes na paisagem. Ali, as pessoas têm sede de conhecimento. A cena se repete em cada uma das localidades do Nordeste para as quais o funcionário público Elmano Rodrigues Pinheiro, 61 anos, envia os presentes. Há 15 anos, ele recolhe doações de livros em Brasília, para mandá-los a quem não tem acesso a essa riqueza. Todo ano, são pelo menos 50 mil unidades. Para pagar os fretes, Elmano já vendeu até um apartamento no Rio de Janeiro e um carro. A única recompensa é ver gente simples se deliciando com os livros. Ele começou fazendo doações a bibliotecas já montadas e, recentemente, tomou a iniciativa de construir novos espaços.


Elmano é um multiplicador de conhecimento. Entrar na casa dele, no Park Way, é como estar em uma grande biblioteca. Os exemplares acumulados ali, porém, não são de sua propriedade. Serão doados em breve para a inauguração de espaços destinados à leitura. As cinco toneladas de livros seguirão de carreta até o Ceará, em dois meses. Vieram de doações, especialmente da Fundação Assis Chateaubriand, vinculada aos Diários Associados.

O doador de livros nasceu em Farias Brito, na região do Crato, Cariri cearense. Em casa, ao lado de sete irmãos e dos pais, descobriu o prazer da leitura. Seus pais eram responsáveis pela única biblioteca (que era privada) da cidade. Em 1958, o pai de Elmano, o candidato a prefeito Enoch Rodrigues, morreu assassinado em uma disputa pelo comando político da região. A mãe, Maria, mesmo passando a enfrentar dificuldades, não deixou de lado a educação dos filhos. Montou uma pequena escola para dar aula a crianças de famílias carentes. “Esse valor que eles davam à educação me marcou muito”, lembra Elmano.

O funcionário público mudou-se para Brasília há mais de 30 anos e, desde então, trabalha na Editora da Universidade de Brasília (UnB). Ali, o publicitário de formação teve contato com uma grande quantidade de títulos, nem sempre bem aproveitados por aqui. “Eu via todos aqueles livros e lembrava que na minha cidade não tinha nem sequer uma biblioteca. Daí nasceu a ideia de mandar as publicações para lá, para incentivar o gosto pela leitura. Pensei nos meus. A gente roda o mundo todo, mas o coração fica preso.”

Aos poucos, no boca a boca, o funcionário público ficou conhecido pelas arrecadações de exemplares. Amigos, colegas e desconhecidos, sempre que precisavam se desfazer de suas bibliotecas particulares, procuravam Elmano, certos de que os livros teriam um bom destino. “Com as moradias cada vez menores e as pessoas cada vez mais presas ao computador, muita gente quer se desfazer de bibliotecas inteiras”, observa.

Padarias

Na Casa do Ceará, em Brasília, Elmano descobriu o termo “padarias espirituais”. O nome surgiu em um movimento modernista, no fim do século 19. Naquela época, o romancista e poeta cearense Antonio Sales e outros intelectuais investiram na popularização da produção cultural voltada para a literatura. “Isso me inspirou. Resolvi chamar as bibliotecas de padarias espirituais, porque é lá que as pessoas encontram o alimento do espírito”, explica.

A intenção é construir 100 bibliotecas comunitárias no Ceará. Boa parte delas já está de pé. “Com essa carreta que vamos enviar, no máximo em dois meses, atingiremos a meta das 20 bibliotecas, só em Juazeiro (CE). Então, será o momento de partir para outros estados do Nordeste e fora de lá também”, empolgado.

Com a divulgação de seu trabalho, Elmano recebe ligações de prefeitos e de várias outras pessoas interessadas em levar livros para as cidades. “Eles dão um jeito de pagar o frete e eu me comprometo a conseguir milhares de livros. A parceria funciona assim. Eu também corro atrás de apoio de deputados, de ministérios, para conseguir enviar o material.”

Independente
O multiplicador tem ajuda de várias editoras e da Câmara dos Deputados, mas não recebe nenhuma verba do governo para fazer o trabalho. E nem pretende requisitar esse tipo de incentivo: “Não quis registrar minha fundação. Administrar dinheiro público pode desvirtuar o objetivo”. Elmano sabe da importância de atitudes como a sua, para democratizar a cultura e o conhecimento no nosso país. “Se não existir iniciativa privada, a coisa não anda. Esperar pelo governo não dá, porque muitas vezes quem comanda não está interessado em promover educação, não quer que as pessoas entendam seus direitos”, avalia.

Ao lado da mulher, Alcimena Vieira Botelho, ele faz a triagem no material recebido. Entre os títulos, vão livros técnicos, literatura, apostilas para concursos públicos e muito mais. “É um mundo de conhecimento que chega até lá.” Elmano já perdeu a conta de quantas toneladas de livros mandou para fora do DF. Além do Nordeste, a Amazônia, o estado de Tocantins e outras regiões já foram beneficiados. Com isso, ele quer dar condições às pessoas para que elas pensem. “Quando leem, elas começam a criar, a saber do que são capazes, a identificar o que está errado na sociedade e a querer mudanças. Mais do que livros, estamos doando condições”, acredita.

As primeiras bibliotecas foram construídas em Juazeiro, no bairro de João Cabral, um dos mais pobres da região. “Tenho uma grande preocupação com o envolvimento dos jovens com as drogas, em especial o crack. Acredito que o acesso à leitura, à cultura, pode ajudar muito a desviá-los desse caminho.” Farias Brito, a terra natal, também não ficou de fora. “O livro é vivo, presente. Antes, chegava com muita dificuldade. Agora isso começa a mudar”, orgulha-se.

A ideia de Elmano inspirou mais gente. Muitos quiseram juntar-se a ele. Aos poucos, começam a surgir diversos pontos de leitura em regiões carentes do Nordeste. “Meu povo tem uma cultura vasta, são muitas manifestações, como o cordel. Essa riqueza não pode ser esquecida. A imagem do nordestino que está sempre de mão estendida, pedindo, tem de mudar. Quem tem cidadania consegue tudo.” Exemplo perfeito da riqueza, da força que vem do Nordeste, Elmano não desanima em sua caminhada. Enquanto tiver vida, vai contagiar mais e mais gente com sua paixão.

QUER AJUDAR?// Quem tiver livros para doar pode entrar em contato com Elmano: 9983-3472.


EXTRAIDO DO Blog do Crato

Deputado Roque consegue recuperação da Estrada de Santa Fé


Em entrevista ao Jornal Super Tempo, o próprio governador Cid Gomes Afirma que o Deputado Roque vai fazer a estrada e ele vai ajudar
Clique no link abaixo e ouça parte da referida entrevista


Link do Site Youtube:
http://www.youtube.com/watch?v=XzsxH3g6e9U


Sangiorgy Ribeiro
Assessor Gabinete do Deputado Roque
9928 0236



Deputado Roque consegue recuperação da Estrada de Santa Fé

Em reunião com o governador Cid Gomes na última sexta-feira (14 de janeiro), no Palácio da Abolição, o deputado estadual Roque (PSB) garantiu junto ao Governador a recuperação asfáltica da estrada que liga a cidade do Crato ao distrito de Santa Fé.

O Governador afirmou ao deputado que realizará a obra durante a sua gestão, realizando assim uma importante reivindicação do deputado e toda a comunidade cratense.

No dia 03 de dezembro de 2010, o parlamentar apresentou uma emenda ao Orçamento do Estado nº315, que inclui a pavimentação asfáltica da Estrada de Santa Fé. “Essa estrada existe há mais de 20 anos. Hoje, encontra-se em péssimas condições. Em todos os encontros com o Governador sempre reivindicava a recuperação dessa estrada, apesar da mesma ser competência do município. O Governador só me pediu um pouco de paciência. As obras vão começar”, afirma o deputado Roque.

Karol Martins

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Quem é o Pai da Criança ? - 3 Políticos reivindicam Projeto de reforma da Estrada de Santa Fé


NE - Coisa mais estranha! Recebemos quase no mesmo dia, de 3 políticos, mensagem

de que a Estrada de Santa Fé deverá ser refeita ( Pelo governador Cid Gomes ). Na verdade, são necessários cerca de 5 milhõ

es de Reais para refazer a estrada. O município de Crato pretendia estadualiza-la, a fim de que o Estado pudesse tomar conta, já que o Crato não dispõe desses 5 milhões nem aqui e nem na China. Só que engraçado, agora o projeto já tem 3 pais...

Estrada de Santa Fé deverá ser refeita, afirma o Prefeito Samuel Araripe

Após reivindicações da população da comunidade de Santa Fé por vários anos, para a construção da estrada que liga o distrito à sede do Crato, o prefeito do Crato, Samuel Araripe, disse ontem que o governador do Estado, Cid Gomes, irá atender os moradores daquele distrito. Em todos esses anos as reivindicações em relação à

obra têm sido feitas pela administração cratense, principalmente por a estrada ser de competência do estado. O prefeito admite que os cofres municipais não têm arrecadação suficiente para o município empreender a obra, mas mandou fazer o projeto, com a inserção de pontes, inclusive, e foram pagos cerca de R$ 5 mil. Samuel Araripe repassou o documento para o governador, reivindicando a estrada para a comunidade. No projeto, a estimativa de investimento é de quase R$ 5 milhões. “Finalmente parece que o governador ouviu aquela comunidade, que também se mobilizou e fez as reivindicações para que a estrada fosse feita”, disse. O prefeito ainda destacou a parceria da administração para que a obra seja apressada e possa atender de forma digna aquela comunidade.


Dep. Ely Aguiar reivindica para si, Projeto de Recuperação da Estrada de Santa Fé

Dep. Ely Aguiar no esviou a seguinte mensagem: SANTA FÉ. Quanto ao projeto de recuperação total da estrada de Santa Fé, vale dizer que o projeto de engenharia, que eu e o Prefeito Samuel entre

gamos ao Secretário de Infraestrutura do Estado, Dr. Adail Fontenele, foi EXECUTADO pelo própio governo, atráves do DER, ou seja, o projeto foi o próprio Estado quem elaborou com custo zero para a Prefeitura.


Vale salientar que para o " orçamento 2011 " do governo estadual, eu e o deputado Roque c

olocamos duas emendas que foram aprovadas pela Assembleia. O governador Cid Gomes, acatando sugestão nossa poderá, ( tanto é que já consultou o Procurador Geral do Estado ), " ESTADUALIZAR " a estrada de Santa Fé.

Pois sendo do Município fica inviável, por lei, a sua recuperação pelo Estado. Assim sendo,

a estrada estadualizada será recuperada pelo DER, com participação " ZERO " da Prefeitura do Crato,

que na realidade não dispõe, em caixa de recursos próprios, na ordem de 5 milhões, preço do último projeto, para executar a obra. Essa é a verdade dos fatos. Um abraço...Ely Aguiar. O importante, para o povo daquela região, é que ela seja recuperada. Isso é o que interessa....

Dep. Estadual Ely Aguiar

Agora Sim! Deputado ROQUE consegue recuperação da Estrada de Santa Fé com o Governador Cid

Em reunião com o Governador Cid Gomes na última Sexta-Feira, no Palácio da Abolição, o Deputado Roque (PSB) garantiu junto ao Governador a recuperação asfáltica da estrada que liga a cidade do Crato ao distrito de Santa Fé. O Governador afirmou ao deputado que realizará a obra durante a sua gestão, realizando assim uma importante reivindicação do deputado e toda a comunidade cratense.


No dia 03 de Dezembro de 2010 o Deputado Roque apresentou uma emenda ao Orçamento do Estado nº 315 que inclui a Pavimentação Asfáltica da Estrada de Santa Fé. “Essa estrada existe há mais de 20 anos. Hoje, encontra-se em péssimas condições. Em todos os encontros com o Governador sempre reivindicava a recuperação dessa estrada, apesar da competência municipal. O Governador só pediu que quando eu fosse divulgar essa importante notícia falasse para o povo ter um pouco de paciência até o início, de fato, das obras” afirma o deputado Roque.

É mais uma grande conquista dos moradores dos Distritos de Santa Fé e Monte Alverne, do deputado Roque e de toda população do cratense!

Assessoria Deputado Roque

E aí, você deCID quem vai ser o "Pai dessa Criança" ?



BLOG DO CRATO - www.blogdocrato.com
JORNAL CHAPADA DO ARARIPE INTERNET -www.chapadadoararipe.com













RETRATO: Cartaz do Teatro SESC Crato


Amor proibido, espera, amor inventado, descobertas, desejos, infantilidades, brincadeiras, verdades e mentiras são assuntos que povoam o mundo interior dos adolescentes. Cauã compõe o universo dos jovens que se apaixonam pela primeira vez. Raivas e alegrias se misturam de um jeito divertido, num intervalo parecendo coisa combinada. Inventar um amor ou amar quem já existe?

“Se as pessoas soubessem como é bom um amor inventado, acho que nem namorariam de verdade... Ou será se não sou também uma invenção do amor?”

Indicação: 12 anos | 50 m

Colaboração Paulo Fuisca

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Sou Otimista

Ao sul do nosso estado, “envolvida” por uma bela paisagem serrana, que ao final do dia a beleza se faz mais presente (ao por do sol), um outrora progressista município, sempre foi referência pioneira em muitos momentos na nossa região. Nas comunicações (primeiro jornal e primeira emissora de rádio do interior cearense); primeiro educandário de ensino superior no interior do estado (Seminário São José); primeira comarca. Município possuidor de um solo fértil, principalmente em sua zona rural, possibilitando essa referida qualidade, vasta produção agrícola, produtos hortifrutigranjeiros, a plantação da cana-de-açúcar e, em relação a esse produto, a proliferação de engenhos de rapadura. A presença, em seu sopé de serra, de fontes naturais de água em grande abundância, torna o município um grande exportador de citados produtos para a região nordeste e para o país em si. A sua economia alcança patamares significativos, com um comercio em larga expansão, onde a sua tradicional feira semanal (segunda-feira) é o ponto maior de referência no setor. Paralelo ao desenvolvimento econômico, “aparecem” nos seus sítios, bairros e localidades rurais, as mais diversas manifestações de folguedos populares: reisados, maneiro pau, bandas cabaçais, quadrilhas juninas.

A educação “vê” surgir (por iniciativa de abnegados cidadãos) seu primeiro estabelecimento educacional de nível médio (Colégio Estadual Wilson Gonçalves). A cultura abriga grandes e renomados nomes na publicação de revistas, livros, jornais. Surgem a Faculdade de Filosofia, a Rádio Educadora, a quadra Bi-Centenário. A música “tem vez” com o Festival Regional da Canção, quando aparecem renomadas revelações no cenário artístico caririense. O teatro com atuações de vocacionados e brilhantes atores e atrizes “desfilando” talentos em palcos caririenses.

No esporte, a cidade se destaca em todo o nordeste com excelentes equipes de futebol de salão e association, boas performances na natação (O Tênis Clube é referência maior) e no vôlei. A cultura popular apresenta o empenho, arrojo e entusiasmo de nomes como o Prof. Pedro Teles, Escritor J. de Figueiredo Filho, Elói Teles, Dedé de Zeba, Dedé de Luna, Correinha, Poeta Zé Gato, Mestre Aldenir, Irmãos Aniceto, Bandinha Rosa Guede. Voltando ao esporte, mais precisamente ao futebol association, e seleção cratense alegra a cidade (no Velho Estádio Wilson Gonçalves) com as “endiabruras” do inigualável Chico Curto e seus comandados. Velho Estádio totalmente lotado com a arte futebolística de inúmeros atletas oriundos principalmente do popular gesso que, associado aos melhores brincantes carnavalescos do município combinam uma dupla de duas das maiores alegrias do brasileiro (o futebol e o carnaval). O bar do alagoano é o ponto principal do encontro de boêmios, seresteiros, escritores, poetas, artistas, políticos. Elói “prepara” futuros talentos com o seu “Gurilândia”. As Rádios Araripe e Educadora “travam” uma salutar “briga” pela audiência com renomados e sérios profissionais do rádio nordestino. Circulam as revistas Itaytera, IC Revista (depois Região), Jornal a Ação. Os cinemas Educadora, Moderno e Cassino são as “salas” de encontro dos cratenses aos sábados e domingos. Exposição Centro Nordestina de Animais e Produtos Derivados é o nome da nossa maior festa. Início dos anos setenta e a coisa começa a “acanaiar” com a disfarçada “briga” política entre os partidários do Professor Pedro Felício e do Medico Humberto Macário. Referida “briga” acarretou o início (que terá continuidade nos anos seguintes) da hoje notória e percebível decadência política, cultural, esportiva, educacional, comercial, econômica, social da nossa cidade. Política, principalmente com inexpressivos representantes tanto no executivo municipal, como no legislativo estadual nos dias atuais.

Muralhas de um possível ginásio poliesportivo, muralhas de um possível Shopping, perda de inúmeras firmas comerciais e repartições públicas e privadas para outros municípios, da sede do campus Cariri da Universidade Federal do Ceará, Sesi. Demonstram um pouco da decadência que nos referimos, Na política, lembramos o fato ocorrido no início dá década de 80, Quando foi preciso a polícia, corpo de bombeiros, justiça eleitoral, justiça comum “apartar” a continuação da “briga” entre partidários do Professor Pedro Felício e do Doutor Humberto Macário - dois respeitados e sérios homens públicos. Por sinal, o resultado eleitoral dessa disputa eleitoral foi desastroso para o nosso município - talvez aí tenha começado o que hoje vemos como resultado: à decadência que em linhas anteriores nos referimos. Chance, oportunidade, nossa população teve de nos dias atuais termos uma cidade com qualidade de vida para seu povo, um comércio pujante, uma economia avançada, uma educação de referência uma saúde de qualidade, um esporte vencedor e competitivo, uma cidade bela e aprazível de habitar. Um município que orgulhasse cada cratense de ter aqui nascido. Década de setenta: Jósio de Alencar Araripe, cidadão honrado, ético e respeitado. Década seguinte (80): Médico Marcos Cunha. Década de noventa (90): a dupla “perfeita”; Raimundo Bezerra/Marcos Cunha. Ainda haveremos de nos livrar desse povo - há 40 anos no poder (1972/2012). A esperança ainda há. Acredito nessa possibilidade. Vamos aguardar, dois anos passam rápido. O nosso povo, acredito eu, ainda terá nessa cidade qualidade de vida. Uma população de cabeça erguida e olhando pra frente. Sou otimista!

Jorge Carvalho Agosto/2010