55 - Por falha do fotógrafo, deixamos de registrar a casa atual do Seu Zé Xenofonte , nas imagens padronizadas, mas, utilizamos esta copiada da página da sua neta Cristiane. Ele é filho de seu Manezín e casado com Dona Josefa Brasil;quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Passeio à Catingueira, com o olhar voltado ao passado - PARTE II - Por: Antonio Correia Lima
55 - Por falha do fotógrafo, deixamos de registrar a casa atual do Seu Zé Xenofonte , nas imagens padronizadas, mas, utilizamos esta copiada da página da sua neta Cristiane. Ele é filho de seu Manezín e casado com Dona Josefa Brasil;sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
O que é Genealogia?

(Veja na imagem, a genealogia de Cristo)
Sabe-se que a Genealogia vem de duas palavrinhas gregas:gene e logia. Até mesmo os povos ágrafos (que não tem escrita) cultivam as genealogias, na forma oral, transmitida dos mais velhos para os mais novos. Na década de 70, o escritor afro-americano Alexander Palmer Haley (1921-1992) reconstruiu no romance histórico “Roots” (Raízes, 1976) a sua genealogia usando como fonte a oralidade, até chegar ao seu quinto-avô africano Kunta Kinte, numa aldeia de Gâmbia no século XVIII. As genealogias mais antigas que se conhecem são originárias do Oriente. Em sociedades organizadas de forma racista ou aristocrática, as genealogias revelam as origens étnicas ou sociais das pessoas, para lhes dar o seu lugar na sociedade. Nas universidades são apresentadas teses baseadas
Leia mais acessando http://www.ahjb.com.br/ahjb_pagina.php?mpg=02.05.01.00
Funcionário público envia livros para comunidades carentes do Nordeste - Leilane Menezes

(MATÉRIA PUBLICADA NO CORREIO BRAZILIENSE, EDIÇÃO DE 11.01.11)
Por iniciativa própria e sem qualquer subsídio, multiplicador de conhecimento ajuda a ampliar os horizontes de muita gente.
Quando o caminhão abastecido de livros entra na cidade, é como se um oásis se abrisse em meio ao calor e à secura evidentes na paisagem. Ali, as pessoas têm sede de conhecimento. A cena se repete em cada uma das localidades do Nordeste para as quais o funcionário público Elmano Rodrigues Pinheiro, 61 anos, envia os presentes. Há 15 anos, ele recolhe doações de livros em Brasília, para mandá-los a quem não tem acesso a essa riqueza. Todo ano, são pelo menos 50 mil unidades. Para pagar os fretes, Elmano já vendeu até um apartamento no Rio de Janeiro e um carro. A única recompensa é ver gente simples se deliciando com os livros. Ele começou fazendo doações a bibliotecas já montadas e, recentemente, tomou a iniciativa de construir novos espaços.
Elmano é um multiplicador de conhecimento. Entrar na casa dele, no Park Way, é como estar em uma grande biblioteca. Os exemplares acumulados ali, porém, não são de sua propriedade. Serão doados em breve para a inauguração de espaços destinados à leitura. As cinco toneladas de livros seguirão de carreta até o Ceará, em dois meses. Vieram de doações, especialmente da Fundação Assis Chateaubriand, vinculada aos Diários Associados.
O doador de livros nasceu
O funcionário público mudou-se para Brasília há mais de 30 anos e, desde então, trabalha na Editora da Universidade de Brasília (UnB). Ali, o publicitário de formação teve contato com uma grande quantidade de títulos, nem sempre bem aproveitados por aqui. “Eu via todos aqueles livros e lembrava que na minha cidade não tinha nem sequer uma biblioteca. Daí nasceu a ideia de mandar as publicações para lá, para incentivar o gosto pela leitura. Pensei nos meus. A gente roda o mundo todo, mas o coração fica preso.”
Aos poucos, no boca a boca, o funcionário público ficou conhecido pelas arrecadações de exemplares. Amigos, colegas e desconhecidos, sempre que precisavam se desfazer de suas bibliotecas particulares, procuravam Elmano, certos de que os livros teriam um bom destino. “Com as moradias cada vez menores e as pessoas cada vez mais presas ao computador, muita gente quer se desfazer de bibliotecas inteiras”, observa.
Padarias
Na Casa do Ceará, em Brasília, Elmano descobriu o termo “padarias espirituais”. O nome surgiu em um movimento modernista, no fim do século 19. Naquela época, o romancista e poeta cearense Antonio Sales e outros intelectuais investiram na popularização da produção cultural voltada para a literatura. “Isso me inspirou. Resolvi chamar as bibliotecas de padarias espirituais, porque é lá que as pessoas encontram o alimento do espírito”, explica.
A intenção é construir 100 bibliotecas comunitárias no Ceará. Boa parte delas já está de pé. “Com essa carreta que vamos enviar, no máximo em dois meses, atingiremos a meta das 20 bibliotecas, só em Juazeiro (CE). Então, será o momento de partir para outros estados do Nordeste e fora de lá também”, empolgado.
Com a divulgação de seu trabalho, Elmano recebe ligações de prefeitos e de várias outras pessoas interessadas em levar livros para as cidades. “Eles dão um jeito de pagar o frete e eu me comprometo a conseguir milhares de livros. A parceria funciona assim. Eu também corro atrás de apoio de deputados, de ministérios, para conseguir enviar o material.”
Independente
O multiplicador tem ajuda de várias editoras e da Câmara dos Deputados, mas não recebe nenhuma verba do governo para fazer o trabalho. E nem pretende requisitar esse tipo de incentivo: “Não quis registrar minha fundação. Administrar dinheiro público pode desvirtuar o objetivo”. Elmano sabe da importância de atitudes como a sua, para democratizar a cultura e o conhecimento no nosso país. “Se não existir iniciativa privada, a coisa não anda. Esperar pelo governo não dá, porque muitas vezes quem comanda não está interessado em promover educação, não quer que as pessoas entendam seus direitos”, avalia.
Ao lado da mulher, Alcimena Vieira Botelho, ele faz a triagem no material recebido. Entre os títulos, vão livros técnicos, literatura, apostilas para concursos públicos e muito mais. “É um mundo de conhecimento que chega até lá.” Elmano já perdeu a conta de quantas toneladas de livros mandou para fora do DF. Além do Nordeste, a Amazônia, o estado de Tocantins e outras regiões já foram beneficiados. Com isso, ele quer dar condições às pessoas para que elas pensem. “Quando leem, elas começam a criar, a saber do que são capazes, a identificar o que está errado na sociedade e a querer mudanças. Mais do que livros, estamos doando condições”, acredita.
As primeiras bibliotecas foram construídas em Juazeiro, no bairro de João Cabral, um dos mais pobres da região. “Tenho uma grande preocupação com o envolvimento dos jovens com as drogas, em especial o crack. Acredito que o acesso à leitura, à cultura, pode ajudar muito a desviá-los desse caminho.” Farias Brito, a terra natal, também não ficou de fora. “O livro é vivo, presente. Antes, chegava com muita dificuldade. Agora isso começa a mudar”, orgulha-se.
A ideia de Elmano inspirou mais gente. Muitos quiseram juntar-se a ele. Aos poucos, começam a surgir diversos pontos de leitura em regiões carentes do Nordeste. “Meu povo tem uma cultura vasta, são muitas manifestações, como o cordel. Essa riqueza não pode ser esquecida. A imagem do nordestino que está sempre de mão estendida, pedindo, tem de mudar. Quem tem cidadania consegue tudo.” Exemplo perfeito da riqueza, da força que vem do Nordeste, Elmano não desanima em sua caminhada. Enquanto tiver vida, vai contagiar mais e mais gente com sua paixão.
QUER AJUDAR?// Quem tiver livros para doar pode entrar em contato com Elmano: 9983-3472.
EXTRAIDO DO Blog do Crato
Deputado Roque consegue recuperação da Estrada de Santa Fé

Assessor Gabinete do Deputado Roque
9928 0236
Deputado Roque consegue recuperação da Estrada de Santa Fé

Em reunião com o governador Cid Gomes na última sexta-feira (14 de janeiro), no Palácio da Abolição, o deputado estadual Roque (PSB) garantiu junto ao Governador a recuperação asfáltica da estrada que liga a cidade do Crato ao distrito de Santa Fé.
O Governador afirmou ao deputado que realizará a obra durante a sua gestão, realizando assim uma importante reivindicação do deputado e toda a comunidade cratense.
No dia 03 de dezembro de 2010, o parlamentar apresentou uma emenda ao Orçamento do Estado nº315, que inclui a pavimentação asfáltica da Estrada de Santa Fé. “Essa estrada existe há mais de 20 anos. Hoje, encontra-se em péssimas condições. Em todos os encontros com o Governador sempre reivindicava a recuperação dessa estrada, apesar da mesma ser competência do município. O Governador só me pediu um pouco de paciência. As obras vão começar”, afirma o deputado Roque.
Karol Martins
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Quem é o Pai da Criança ? - 3 Políticos reivindicam Projeto de reforma da Estrada de Santa Fé
NE - Coisa mais estranha! Recebemos quase no mesmo dia, de 3 políticos, mensagem
de que a Estrada de Santa Fé deverá ser refeita ( Pelo governador Cid Gomes ). Na verdade, são necessários cerca de 5 milhõ

es de Reais para refazer a estrada. O município de Crato pretendia estadualiza-la, a fim de que o Estado pudesse tomar conta, já que o Crato não dispõe desses 5 milhões nem aqui e nem na China. Só que engraçado, agora o projeto já tem 3 pais...
Estrada de Santa Fé deverá ser refeita, afirma o Prefeito Samuel Araripe
Após reivindicações da população da comunidade de Santa Fé por vários anos, para a construção da estrada que liga o distrito à sede do Crato, o prefeito do Crato, Samuel Araripe, disse ontem que o governador do Estado, Cid Gomes, irá atender os moradores daquele distrito. Em todos esses anos as reivindicações em relação à
obra têm sido feitas pela administração cratense, principalmente por a estrada ser de competência do estado. O prefeito admite que os cofres municipais não têm arrecadação suficiente para o município empreender a obra, mas mandou fazer o projeto, com a inserção de pontes, inclusive, e foram pagos cerca de R$ 5 mil. Samuel Araripe repassou o documento para o governador, reivindicando a estrada para a comunidade. No projeto, a estimativa de investimento é de quase R$ 5 milhões. “Finalmente parece que o governador ouviu aquela comunidade, que também se mobilizou e fez as reivindicações para que a estrada fosse feita”, disse. O prefeito ainda destacou a parceria da administração para que a obra seja apressada e possa atender de forma digna aquela comunidade.
Dep. Ely Aguiar no esviou a seguinte mensagem: SANTA FÉ. Quanto ao projeto de recuperação total da estrada de Santa Fé, vale dizer que o projeto de engenharia, que eu e o Prefeito Samuel entre

gamos ao Secretário de Infraestrutura do Estado, Dr. Adail Fontenele, foi EXECUTADO pelo própio governo, atráves do DER, ou seja, o projeto foi o próprio Estado quem elaborou com custo zero para a Prefeitura.
Vale salientar que para o " orçamento 2011 " do governo estadual, eu e o deputado Roque c
Pois sendo do Município fica inviável, por lei, a sua recuperação pelo Estado. Assim sendo,
a estrada estadualizada será recuperada pelo DER, com participação " ZERO " da Prefeitura do Crato,
que na realidade não dispõe, em caixa de recursos próprios, na ordem de 5 milhões, preço do último projeto, para executar a obra. Essa é a verdade dos fatos. Um abraço...Ely Aguiar. O importante, para o povo daquela região, é que ela seja recuperada. Isso é o que interessa....
Dep. Estadual Ely Aguiar
Agora Sim! Deputado ROQUE consegue recuperação da Estrada de Santa Fé com o Governador Cid

No dia 03 de Dezembro de 2010 o Deputado Roque apresentou uma emenda ao Orçamento do Estado nº 315 que inclui a Pavimentação Asfáltica da Estrada de Santa Fé. “Essa estrada existe há mais de 20 anos. Hoje, encontra-se em péssimas condições. Em todos os encontros com o Governador sempre reivindicava a recuperação dessa estrada, apesar da competência municipal. O Governador só pediu que quando eu fosse divulgar essa importante notícia falasse para o povo ter um pouco de paciência até o início, de fato, das obras” afirma o deputado Roque.
É mais uma grande conquista dos moradores dos Distritos de Santa Fé e Monte Alverne, do deputado Roque e de toda população do cratense!
E aí, você deCID quem vai ser o "Pai dessa Criança" ?
RETRATO: Cartaz do Teatro SESC Crato

Amor proibido, espera, amor inventado, descobertas, desejos, infantilidades, brincadeiras, verdades e mentiras são assuntos que povoam o mundo interior dos adolescentes. Cauã compõe o universo dos jovens que se apaixonam pela primeira vez. Raivas e alegrias se misturam de um jeito divertido, num intervalo parecendo coisa combinada. Inventar um amor ou amar quem já existe?
“Se as pessoas soubessem como é bom um amor inventado, acho que nem namorariam de verdade... Ou será se não sou também uma invenção do amor?”
Indicação: 12 anos | 50 m
Colaboração Paulo Fuisca
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Sou Otimista

Ao sul do nosso estado, “envolvida” por uma bela paisagem serrana, que ao final do dia a beleza se faz mais presente (ao por do sol), um outrora progressista município, sempre foi referência pioneira em muitos momentos na nossa região. Nas comunicações (primeiro jornal e primeira emissora de rádio do interior cearense); primeiro educandário de ensino superior no interior do estado (Seminário São José); primeira comarca. Município possuidor de um solo fértil, principalmente em sua zona rural, possibilitando essa referida qualidade, vasta produção agrícola, produtos hortifrutigranjeiros, a plantação da cana-de-açúcar e, em relação a esse produto, a proliferação de engenhos de rapadura. A presença, em seu sopé de serra, de fontes naturais de água em grande abundância, torna o município um grande exportador de citados produtos para a região nordeste e para o país em si. A sua economia alcança patamares significativos, com um comercio em larga expansão, onde a sua tradicional feira semanal (segunda-feira) é o ponto maior de referência no setor. Paralelo ao desenvolvimento econômico, “aparecem” nos seus sítios, bairros e localidades rurais, as mais diversas manifestações de folguedos populares: reisados, maneiro pau, bandas cabaçais, quadrilhas juninas.
A educação “vê” surgir (por iniciativa de abnegados cidadãos) seu primeiro estabelecimento educacional de nível médio (Colégio Estadual Wilson Gonçalves). A cultura abriga grandes e renomados nomes na publicação de revistas, livros, jornais. Surgem a Faculdade de Filosofia, a Rádio Educadora, a quadra Bi-Centenário. A música “tem vez” com o Festival Regional da Canção, quando aparecem renomadas revelações no cenário artístico caririense. O teatro com atuações de vocacionados e brilhantes atores e atrizes “desfilando” talentos em palcos caririenses.
No esporte, a cidade se destaca em todo o nordeste com excelentes equipes de futebol de salão e association, boas performances na natação (O Tênis Clube é referência maior) e no vôlei. A cultura popular apresenta o empenho, arrojo e entusiasmo de nomes como o Prof. Pedro Teles, Escritor J. de Figueiredo Filho, Elói Teles, Dedé de Zeba, Dedé de Luna, Correinha, Poeta Zé Gato, Mestre Aldenir, Irmãos Aniceto, Bandinha Rosa Guede. Voltando ao esporte, mais precisamente ao futebol association, e seleção cratense alegra a cidade (no Velho Estádio Wilson Gonçalves) com as “endiabruras” do inigualável Chico Curto e seus comandados. Velho Estádio totalmente lotado com a arte futebolística de inúmeros atletas oriundos principalmente do popular gesso que, associado aos melhores brincantes carnavalescos do município combinam uma dupla de duas das maiores alegrias do brasileiro (o futebol e o carnaval). O bar do alagoano é o ponto principal do encontro de boêmios, seresteiros, escritores, poetas, artistas, políticos. Elói “prepara” futuros talentos com o seu “Gurilândia”. As Rádios Araripe e Educadora “travam” uma salutar “briga” pela audiência com renomados e sérios profissionais do rádio nordestino. Circulam as revistas Itaytera, IC Revista (depois Região), Jornal a Ação. Os cinemas Educadora, Moderno e Cassino são as “salas” de encontro dos cratenses aos sábados e domingos. Exposição Centro Nordestina de Animais e Produtos Derivados é o nome da nossa maior festa. Início dos anos setenta e a coisa começa a “acanaiar” com a disfarçada “briga” política entre os partidários do Professor Pedro Felício e do Medico Humberto Macário. Referida “briga” acarretou o início (que terá continuidade nos anos seguintes) da hoje notória e percebível decadência política, cultural, esportiva, educacional, comercial, econômica, social da nossa cidade. Política, principalmente com inexpressivos representantes tanto no executivo municipal, como no legislativo estadual nos dias atuais.
Muralhas de um possível ginásio poliesportivo, muralhas de um possível Shopping, perda de inúmeras firmas comerciais e repartições públicas e privadas para outros municípios, da sede do campus Cariri da Universidade Federal do Ceará, Sesi. Demonstram um pouco da decadência que nos referimos, Na política, lembramos o fato ocorrido no início dá década de 80, Quando foi preciso a polícia, corpo de bombeiros, justiça eleitoral, justiça comum “apartar” a continuação da “briga” entre partidários do Professor Pedro Felício e do Doutor Humberto Macário - dois respeitados e sérios homens públicos. Por sinal, o resultado eleitoral dessa disputa eleitoral foi desastroso para o nosso município - talvez aí tenha começado o que hoje vemos como resultado: à decadência que em linhas anteriores nos referimos. Chance, oportunidade, nossa população teve de nos dias atuais termos uma cidade com qualidade de vida para seu povo, um comércio pujante, uma economia avançada, uma educação de referência uma saúde de qualidade, um esporte vencedor e competitivo, uma cidade bela e aprazível de habitar. Um município que orgulhasse cada cratense de ter aqui nascido. Década de setenta: Jósio de Alencar Araripe, cidadão honrado, ético e respeitado. Década seguinte (80): Médico Marcos Cunha. Década de noventa (90): a dupla “perfeita”; Raimundo Bezerra/Marcos Cunha. Ainda haveremos de nos livrar desse povo - há 40 anos no poder (1972/2012). A esperança ainda há. Acredito nessa possibilidade. Vamos aguardar, dois anos passam rápido. O nosso povo, acredito eu, ainda terá nessa cidade qualidade de vida. Uma população de cabeça erguida e olhando pra frente. Sou otimista!
Jorge Carvalho Agosto/2010