quinta-feira, 25 de março de 2010

250310 - NOTA DE ESCLARECIMENTO - Governo da Revolução Democrática



NOTA DE ESCLARECIMENTO
Desfazendo os boatos de elementos irresponsáveis que querem fazer intrigas entre Dr. Santana e os feirantes da feirinha de troca, desejamos informar que não é verdade a história de que ele quer mexer naquela feirinha.
Os inimigos da administração usando de jogo baixo não se cansam de fazer fofocas para intranqüilizar aqueles feirantes, pessoas simples as quais esses elementos querem manipular de qualquer forma.
O Prefeito Municipal, Dr. Manoel Santana, afirma que, não existem planos para tal mudança e quando isso for pensado será sempre com uma conversa franca com os feirantes e sempre para beneficiar todos eles
Dr. José Carlos Pimentel Silva
Assessor Especial de Relações Institucionais

250310 - Crato – Organizado no Presente; preparado para o Futuro!

Por: Mário Correia de Oliveira Júnior.

Caro leitor não se assuste! Não dê beliscões nos braços! Esta Cidade não fica na Grécia. É no Brasil, em seu nordeste Central, no Sul do Estado do Ceará, ao sopé da Serra do Araripe, entre os canaviais.

Pois, bem! No teu céu inda brilha estrela fúlgida/ Que há cem anos norteia o teu porvir/ Crato, amado, idolatrado, Teu destino hás de seguir/ Grande e fortecomo nosso verde mar/ Bendita sejas, oh terra de Alencar.” (Trecho do seu Hino)

Para o Crato seguir o seu porvir (o seu futuro), orientado pela estrela fúlgida, com grandeza e fortaleza foi de fundamental importância sua organização administrativa e política.

Não podemos, por conseguinte, falarmos em organização administrativa e política, se não falarmos em gestão do conhecimento e a gestão por competências.

Ao visualizarmos o Crato de 2005 a 2010, percebemos claramente, que a administração municipal fez muito bem sua lição de casa.

Então, lancemos mãos, pois, com a finalidade de fundamentarmos o acima afirmado, dos ensinamentos do Professor Pedro Paulo Carbone, Mestre em Administração Pública pela Fundação Getulio Vargas e Professor colaborar da Fundação Getulio Vargas (FGV) e do Centro de Ensino Universitário do Distrito Federal (UDF).

A gestão do conhecimento e a gestão por competências, estão presentes e em plena evidência nos meios acadêmicos e empresarias neste novo milênio. E suas aplicabilidades encontram-se em fase de consolidação no cenário a nível mundial.

No Brasil, mesmo identificadas concepções e práticas diferenciadas a respeito de ambas, tanto no caso de empresas privadas, quanto em organizações públicas, à administração Pública Municipal encontrou mecanismos para se organizar em seus diversos aspectos.

Se assim não tivesse procedido, jamais estaria o Crato recebendo os mais diversos aportes governamentais para o seu desenvolvimento e bem estar dos seus munícipes. É simples. São dados concretos. Dados palpáveis. Tão somente entrarmos nos Sites governamentais.

Os mais renomados homens públicos sempre afirmaram: “Administrar é um questão de detalhes.” Acrescentemos: com a coisa pública, além da preocupação com os detalhes, temos a ética, a moral, a dedicação e a vontade de partilhar a administração com os demais cidadãos. Quem bem administra sua casa, sua empresa, conseqüentemente, administra muito bem a coisa pública.

“A relação entre o conhecimento e a vida política também estava presente na Grécia antiga. Desde o século VII a.C, os filósofos pré-socráticos separavam a vida da cidade(polis) da vida da casa(oikos). A casa era o local da atividade privada, onde mulheres e escravos cuidavam das atividades produtivas, da economia. A polis era o espaço público exclusivo dos cidadão livre das obrigações da casa. Era também o espaço pleno da publicidade dos feitos humanos. Por meio das narrações de seus feitos, podiam conquistar a admiração dos contemporâneos, podendo assim atingir as gerações seguintes.” (Carbone,2007:20).

Hodiernamente, estamos diante dos mesmos fatos. Cada cidadão deve fazer sua parte. Cada Cratense deve amar e admirar sua terra. E abraçar as cidades irmãs, a fim de crescermos juntos; organizados e preparados para o futuro.

A bem da verdade; não tenho dúvidas de que o administrador e cidadão Cratense Samuel Vilar de Alencar Araripe e sua equipe organizaram o Crato e o prepararam para o Futuro.

Mário Correia de Oliveira Júnior Professor Universitário

Especialista em Direito Privado e Docência do Ensino Superior

Doutorando em Direito Privado

250310 - Psicologia no Cotidiano Ψ Transexualidade Ψ Por João César Mousinho Queiroz

Transexualidade (também conhecida como transexualismo, ou neurodiscordância de gênero) é um termo entre os comportamentos ou estados que abrigam o termo transgênero. Transgênero é considerado um termo guarda-chuva para pessoas que fogem dos papéis sociais de gênero. Entretanto muitas pessoas da comunidade transexual não se identificam como transgênero. Alguns vêem transgênero como descaracterização e não reconhecimento de suas identidades porque, para estes, o termo significa uma "quebra de papéis sociais de gênero" quando de fato vêem a si mesmos como pertencendo a um papel de gênero diferente do que lhes foi designado no nascimento.

Pessoas transexuais são muitas vezes definidas como pertencentes à comunidade GLBTT ou Queer e alguns se identificam dentro da comunidade; outros não, ou preferem não usar o termo. Deve ser ressaltado que a transexualidade não está associada ou é dependente da orientação sexual. mulherese homens transexuais exibem uma gama de orientações sexuais da mesma forma que os cissexuais (não-transexuais). Eles sempre usam termos para sua orientação sexual que estejam relacionados com ogênero final. Por exemplo, alguém designado como do gênero masculino no nascimento, mas que se identifica a si como uma mulher, e que é atraída tão somente por homens, irá identificar-se comoheterossexual, não como gay; da mesma forma, alguém que foi designado como do sexo feminino no nascimento, se identifica como homem e prefere parceiros homens e irá se identificar como gay, não como heterossexual.

Transexualidade é a condição considerada pela OMS como um tipo de transtorno de identidade de gênero,[1] mas pode ser considerada apenas um extremo do espectro de transtorno de identidade de gênero.[2] Refere-se à condição do indivíduo que possui uma identidade de gênero diferente a designado no nascimento, tendo o desejo de viver e ser aceito como sendo do sexo oposto. Usualmente o homens e a mulheres transexuais apresentam uma sensação de desconforto ou impropriedade de seu próprio sexo anatômico, desejam fazer uma transição de seu sexo de nascimento para o sexo oposto (sexo-alvo) com alguma ajuda médica (terapia de reatribuição de gênero) para seu corpo. A explicação estereotipada é de "uma mulher presa em um corpo masculino" ou vice-versa, ainda que muitos membros da comunidade transexual, assim como pessoas de fora da comunidade, rejeitem esta formulação.

Se faz mister diferenciar o transexual do homossexual e travesti. O homossexual, tanto masculino quanto feminino, tem preferências íntimas com pessoas do mesmo sexo. O travesti é um homem que realiza suas fantasias vestindo-se de mulher e usando silicone no corpo. Aqui é preciso fazer uma ressalva que tanto o homossexual quanto o travesti não sentem nojo de suas genitálias e sequer repudia. Diferente do transexual como se verá a seguir.

O transexual é aquele indivíduo que possui uma genitália, mas sua personalidade e atos são completamente do sexo oposto. É o caso por exemplo daquela criança que nasce normalmente e é registrado com o nome correspondente ao seu sexo. Ocorre que esta criança desde suas primeiras brincadeiras corresponde à brincadeiras do sexo oposto, é o caso do menino que só fica com meninas e meninas que só procuram meninos e brincam como se fossem do mesmo sexo.

Um fator predominante neste indivíduo transexual dos homossexuais e travestis é que, no primeiro, sua personalidade é completamente diferente de seu corpo e sente rejeição pela sua genitália. Isso faz com que sinta uma enorme dificuldade em se relacionar na sociedade pois, mormente, adotam, visualmente, a personalidade que se sentem bem, diferente de seu corpo.

Neste ponto o indivíduo encontra uma dificuldade de se relacionar pois, como adota uma personalidade diferente do que é, quando seu “cônjuge” está na eminência de descobrir a verdade, ocorre a separação por iniciativa do transexual com medo de dizer a verdade.

Com dados do Conselho Federal de Medicina, estipula-se aproximadamente, que nasce um homem transexual para cada 100 mil e uma transexual feminina para cada 400 mil. Quando verificado pelo psiquiatra que a terapia escapou de seus limites e os resultados não foram alcançados, a cirurgia poderá ser analisada por um especialista. Caso seja deferido o pedido de cirurgia, é feito uma bateria de exames num tempo de 3 a 6 meses. A aprovação psiquiátrica é necessária e acompanhamento psicológico, pois sem ela, feita a cirurgia ,poderá ocorrer serias alterações de humores pelo transexual.

A cirurgia para mudança de sexo é permitida no Brasil, mas somente para casos experimentais em Hospitais Universitários. A resolução do Conselho Federal de Medicina, sob o n.º 1.482/97 é o título legal para a aprovação e realização da cirurgia de transformação de sexo.

Já foram feitas 26 cirurgias no Brasil para mudança de sexo e o nosso País é o primeiro da América Latina a realizar esta operação, já feita a muitos anos nos EUA e na Europa. O custo para a mudança de sexo, no exterior, é por volta de U$ 15 mil a U$ 20 mil dólares.

Alguns aspectos, conforme a resolução devem ser respeitados como o desconforto, por parte do paciente com o sexo anatômico natural, o desejo expresso de eliminar os genitais, perdendo todas as características primárias e secundárias do próprio sexo e ganhar do sexo oposto. Além da escolha dos pacientes que obedecerá a avaliação da equipe de médicos. Com a operação a sensibilidade, no local, não é perdida, pois não atinge nervos.

Bom, mas será que o Direito está preparado para esta cirurgia? Não existe uma legislação específica que trate do assunto, gerando muitas polêmicas. É cediço afirmar que a retificação, na certidão de nascimento, do nome tão somente se aplica quando houve grande engano por parte das pessoas que registraram a criança pois, confundiram-se pela genitália mal formada, ou má fé ou a própria emoção. Mas e nos casos de mudança de sexo? Como deve proceder o estado na função tutelar de resolver os conflitos de interesse?

Existe duas correntes que tratam do assunto, a primeira é a negativa da retificação do nome, tendo em vista que a certidão de nascimento traz a verdade e que um homem, mesmo que operado, jamais será uma mulher, na concepção física, afinal não terá ovário, trompas, útero e os demais órgão necessários para a reprodução.

A segunda corrente é a favor da retificação do nome na certidão de nascimento, pois fundamentam que a personalidade da pessoa é o maior bem que possui e deve ser respeitada evitando, desta forma, vexames para o transexual na vida em sociedade.

Uma solução apontada pelo Presidente da Associação Brasileira dos Advogados Criminalistas, Dr. Luiz Flávio Borges D’Urso, pela segurança dos registros, que mesmo que retificado o nome o original ainda constaria para efeito de registro. Ao nosso ver a solução é inviável pois contraria o princípio da igualdade fazendo com que o indivíduo transexual fosse reconhecido pois sua identificação seria diferente, levando, desta forma, ao vexame.

Em conclusão temos que o princípio da indisponibilidade do corpo humano está perdendo a rigidez, admitindo-se a cirurgia no transexual com o objetivo de transformar a vida, deste indivíduo, para melhor e sociável.

Não Ao Ato Médico – SIM A EMANCIPAÇÃO DA PONTA DA SERRA

São Paulo 24/03/10 Artigo XII – www.sosdrogasealcool.org


terça-feira, 23 de março de 2010

230310 - Caetano Veloso e Rita Lee ofenderam o povo com preconceito a Lula e Marina Silva

"Ai, meu Deus!/ O que foi que aconteceu/ Com a música popular brasileira”?
Há pouco, Caetano Veloso descartou do seu horizonte eleitoral o presidente Lula da Silva, justificando: “Lula é analfabeto”. Por isso, o cantor baiano aderiu à candidatura da senadora Marina da Silva, que tem diploma universitário. Agora, vem a roqueira Rita Lee dizendo que nem assim vota em Marina para presidente, “porque ela tem cara de quem está com fome”.
Os Silva não têm saída: se correr o Caetano pega, se ficar a Rita come.
Tais declarações são espantosas, porque foram feitas não por pistoleiros truculentos, mas por dois artistas refinados, sensíveis e contestadores, cujas músicas nos embalam e nos ajudam a compreender a aventura da existência humana. Num país dominado durante cinco séculos por bacharéis cevados, roliços e enxudiosos, eles naturalizaram o canudo de papel e a banha como requisitos indispensáveis ao exercício de governar, para o qual os Silva, por serem iletrados e subnutridos, estariam despreparados.
Caetano Veloso e Rita Lee foram levianos, deselegantes e preconceituosos. Ofenderam o povo brasileiro, que abriga, afinal, uma multidão de silvas famélicos e desescolarizados. De um lado, reforçam a idéia burra e cartorial de que o saber só existe se for sacramentado pela escola e que tal saber é condição sine qua non para o exercício do poder. De outro, pecam querendo nos fazer acreditar que quem está com fome carece de qualidades para o exercício da representação política. A rainha do rock, debochada, irreverente e crítica, a quem todos admiramos, dessa vez pisou na bola. Feio.
“Venenosa! Êh êh êh êh êh!/ Erva venenosa, êh êh êh êh êh!/ É pior do que cobra cascavel/ O seu veneno é cruel…/ Deus do céu!/ Como ela é maldosa!”..
Nenhum dos dois - nem Caetano, nem Rita - têm tutano para entender esse Brasil profundo que os silvas representam.
A senadora Marina da Silva tem mesmo cara de quem está com fome? Ou se trata de um preconceito de roqueira, que só vê desnutrição ali onde nós vemos uma beleza frágil e sofrida de Frida Kahlo, com seu cabelo amarrado em um coque, seus vestidos longos e seu inevitável xale? Talvez Rita Lee tenha razão em ver fome na cara de Marina, mas se trata de uma fome plural, cuja geografia precisa ser delineada. Se for fome, é fome de quê?
O mapa da fome
A primeira fome de Marina é, efetivamente, fome de comida, fome que roeu sua infância de menina seringueira, quando comeu a macaxeira que o capiroto ralou. Traz em seu rosto as marcas da pobreza, de uma fome crônica que nasceu com ela na colocação de Breu Velho, dentro do Seringal Bagaço, no Acre. Órfã da mãe ainda menina, acordava de madrugada, andava quilômetros para cortar seringa, fazia roça, remava, carregava água, pescava e até caçava. Três de seus irmãos não agüentaram e acabaram aumentando o alto índice de mortalidade infantil.
Com seus 53 quilos atuais, a segunda fome de Marina é dos alimentos que, mesmo agora, com salário de senadora, não pode usufruir: carne vermelha, frutos do mar, lactose, condimentos e uma longa lista de uma rigorosa dieta prescrita pelos médicos, em razão de doenças contraídas quando cortava seringa no meio da floresta. Aos seis anos, ela teve o sangue contaminado por mercúrio. Contraiu cinco malárias, três hepatites e uma leishmaniose.
A fome de conhecimentos é a terceira fome de Marina. Não havia escolas no seringal. Ela adquiriu os saberes da floresta através da experiência e do mundo mágico da oralidade. Quando contraiu hepatite, aos 16 anos, foi para a cidade em busca de tratamento médico e aí mitigou o apetite por novos saberes nas aulas do Mobral e no curso de Educação Integrada, onde aprendeu a ler e escrever. Fez os supletivos de 1º e 2º graus e depois o vestibular para o Curso de História da Universidade Federal do Acre, trabalhando como empregada doméstica, lavando roupa, cozinhando, faxinando.
Fome e sede de justiça: essa é sua quarta fome. Para saciá-la, militou nas Comunidades Eclesiais de Base, na associação de moradores de seu bairro, no movimento estudantil e sindical. Junto com Chico Mendes, fundou a CUT no Acre e depois ajudou a construir o PT. Exerceu dois mandatos de vereadora em Rio Branco , quando devolveu o dinheiro das mordomias legais, mas escandalosas, forçando os demais vereadores a fazerem o mesmo. Elegeu-se deputada estadual e depois senadora, também por dois mandatos, defendendo os índios, os trabalhadores rurais e os povos da floresta.


José Bessa Freire, no Blog da Amazônia.

COLABORAÇÃO HERMANO VALDEVINO BRITO

segunda-feira, 22 de março de 2010

220310 - DIRETORIA DA AMEPS REUNI-SE MAIS UMA VEZ

Aconteceu na manhã deste dia 21.03, nas dependências do Pólo de Atendimento Vereador Edvardo Ribeiro da Silva, mais uma reunião da AMEPS - Associação do Movimento Emancipalista de Ponta da Serra, que teve o objetivo de se discutir vários assuntos de interesse do movimento.

Na oportunidade o Presidente da entidade, Francisco Dionísio Alves, deu os informes da sua ida à Fortaleza para entrega do Projeto de Emancipação na Assembléia Legislativa do Estado, que teve como autor do requerimento, o Deputado Estadual Sineval Roque.

Foi também discutido e avaliado o resultado da Assembléia do dia 28, onde foi deliberado que semente o Distrito de Ponta da Serra faria parte do projeto. Houve, também, prestação de contas da tesouraria e projeção das próximas atividades da entidade.

Deve-se dizer que o Projeto se encontra na Comissão de Triagem, que analisará a viabilidade do mesmo. Resta a comunidade aguardar por esse resultado, que está sendo previsto para o início do mês de junho.

sábado, 20 de março de 2010

200310 - Psicologia no Cotidiano Ψ Bissexualidade Ψ Por J. César Mousinho Queiroz.

A Bissexualidade consiste na atração física, emocional e espiritual por pessoas tanto do mesmo sexo quanto do oposto, com níveis variantes de interesse por cada um, e à identidade correspondente a esta orientação sexual.Bissexual é portanto o termo aplicado a seres e, mais comumente, pessoas, que se sentem atraídos por ambos os sexos, servindo portanto de um quase meio-termo entre o hetero e o homossexual. O número de indivíduos que apresentam comportamentos e interesses de teor bissexual é maior do que se suporia à primeira impressão, devendo-se a pouca discussão desta situação essencialmente a uma tendência geral para a polarização da análise da sexualidade, tanto em nível acadêmico como, muito mais marcadamente, em nível popular, entre a Heterossexualidade e a Homossexualidade.

Bissexualidade tem como característica, um homem sentir-se atraído afetiva-sexualmante por mulheres, mas também para com os homens, sendo que o mesmo pode acontecer com as mulheres, ou seja, podem sentir atração por homens e por mulheres, e isso não significa um a relação ao mesmo tempo, ou seja, estar com os dois sexos. Ah! E não é por ai, como deve estar pensando, e sim com cada sentimento ao seu tempo, em seu lugar, digamos que no coração de um bissexual, tem lugar para amar todos.Para os heterossexuais, a bissexualidade, é “coisa de gente sem vergonha”, e para os homossexuais, é “coisa de homossexuais mal resolvidos”.Nem preciso salientar aqui, que o preconceito diante da bissexualidade fica extremamente escancarado, e rodeado por todos os lados.

Alguns mitos sobre bissexualidade são propagados entre as pessoas homossexuais e não correspondem a realidade.
Mitos são fatos exagerados pela imaginação popular e pela tradição. É uma forma de pensamento oposta a do pensamento lógico e científico. Vamos tratar de quatro mitos sobre bissexualidade.O mito mais comum, é que existe uma grande quantidade de homens que são bissexuais, a maioria enrustidos. Daí aparece uma expressão que ouvimos de vez em quanto de que; o mundo é gay! Pura imaginação. Na realidade a bissexualidade é uma orientação sexual muito pouco comum. As estimativas estatísticas dos estudiosos da sexualidade, não comprovadas cientificamente, é que a prevalência desta orientação junto as populações parece ser menor que 2%.
O bissexual sente atração sexual igual por homem e mulher! O que podemos observar na realidade é que o homem bissexual se sente atraído pelos dois sexos, só que há uma inclinação maior em termos de freqüência de relação sexual por um dos sexos. Parece que a inclinação maior é por mulheres.
Nas populações carcerárias existe uma maior incidência de homens gays e bissexuais! Este mito não corresponde a realidade. Nas prisões como os homens héteros são privados de sexo, eles mantém relações sexuais com outros homens, gays ou não, para aliviar à tensão provocada pela privação de sexo. Estas relações se caracterizam pelo sexo ativo puramente genitalizado: mecanico para obter o orgasmo. Não existe um envolvimento emocional nestas relações. Quando estes homens são libertados, fazem exclusivamente sexo hétero. Como nas prisões existem, também, homens gays surgem relações homossexuais com forte conteúdo emocional.

Mulheres e homens culturalmente e biologicamente foram feitos uns para outros,para se admirarem,respeitarem e desejarem, amarem e se unirem. Mas nem só de tradições se formam os grupos de uma sociedade, que às vezes, em busca de novos valores, realizações e fantasias, formam outros grupos, mesmo que , na verdade, menos participantes transparentes a vista da sociedade que estão inseridos.

Um estudo psicológico recentemente publicado pela Reuters em Nova York afirmou que a bissexualidade feminina não é uma fase de transição entre heterossexualismo e lesbianismo,

mas sim uma orientação sexual específica.

A importância da teorização de Freud está em desnaturalizar a sexualidade humana, demonstrando que todas as escolhas sexuais, como produções de desejo, seguem igualmente determinações inconscientes, não havendo o que se possa chamar de sexualidade normal, natural. Freud consegue isso demonstrando – a partir de material clínico observado – que a sexualidade humana, buscando o prazer, afasta-se do modelo da vida sexual animal, conforme uma economia que, atuando em seu benefício, “perverte” (altera, imprime novo modo de ser) a função da procriação animal. Freud, com a sua teoria da “perversão” – termo que se presta a muitas confusões e manipulado pelo preconceito, mas cujo sentido, no autor, é subversivo –, desenvolve a compreensão crítica segundo a qual não se pode falar de “conformidade à natureza” como critério da “normalidade” quando se trata da sexualidade humana, pois, em si mesma, a sexualidade humana é “perversa”, isto é, alterante, modificadora, transformadora, realizadora de mudanças relativamente ao modelo que predomina na natureza animal.
Ensina-nos Freud, sendo a pulsão sexual humana orientada pela diversidade e parcialidade, a sexualidade dos seres humanos é múltipla,desordenada, caótica. Nesse sentido, a sexualidade entre os seres humanos é simplesmente contrária à natureza reprodutiva do sexo animal, não havendo razão para se falar de natural/normal e patológico/anormal em matéria de sexo no reino humano. Será a cultura – e seu trabalho de sujeição à ideologia (o que Freud chamava de os Ideais: a tradição, a religião, a moral) – que procurará, domesticando as pulsões, enquadrar os indivíduos. Frases sobre bissexualidade:

A bissexualidade dobra a chance de ficar com alguém no sábado à noite." Woody Allen.”

Acabei de ler que sou bissexual. Não, eu sou hetero.... Torço para que chegue o dia em que as pessoas não se preocupem com a sexualidade alheia", Cantora Pink.

São Paulo, 19/03/10 Artigo XI- SIM Ψ A EMANCIPAÇÃO DA PONTA DA SERRA Ψ www.sosdorgaealcool.org Ψ psicocesamousinho@hotmail.com

quinta-feira, 18 de março de 2010

180310 - Juazeiro do Norte - Governador CID GOMES lançará projeto São José 2010


O Governador Cid Gomes estará no dia 19 de Março, Sexta-Feira, na cidade de Juazeiro do Norte para o lançamento do Projeto São José 2010. O evento será no Memorial Padre Cícero, a partir das 14h30min horas e contará com a presença de diversas autoridades do Estado. O Deputado Estadual Sineval Roque estará presente nesse evento onde também será assinado pelo Governado várias liberações de Projetos. Dentre esses, o Deputado Roque conseguiu a liberação de Um Trator com implementos de Galpão para o Distrito de Santo Rosa em Crato, a 2ª Etapa do Abastecimento D´Água na Vila São Bento, no Sítio Teotônio e a 2ª Etapa de Abastecimento de Água da Vila São Francisco, Sítio Quebra, também em Crato.

Desde o início da gestão do Governador Cid Gomes o Deputado Roque já obteve êxito na liberação de recursos do Projeto São José na ordem de mais de $ 3 milhões para toda a Região do Cariri.

Fonte: Assessoria do Deputado Sineval Roque