quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

161209 - CENTENÁRIO DE ERNANI SILVA - Por: George Macário


Ao meu avô Ernani Silva, 100 anos de saudade...


Hoje é um dia especial. Há um século nascia um homem raro e único, Ernani Brígido e Silva. Meu querido avô Ernani Silva nasceu em Baturité-CE, em 1909. Ainda criança, seus pais Pergentino Silva e Maria Pia Brígido e Silva, além dos seus quatro irmãos (Daíro, Elmar, Elnir e Eldon), vieram para o Crato, cidade que ele adotou para ser uma de suas grandes paixões...

Ainda muito jovem, foi balconista das Casas Pernambucanas, empresa que lhe proporcionou fecundo aprendizado, criando bases sólidas para uma brilhante e próspera trajetória no comércio. A Casa Ernani Silva era referência na Região do Cariri quanto à venda de móveis, eletrodomésticos, material escolar, motonetas, entre tantos outros artigos. Seu Ernani foi o pioneiro no abastecimento e distribuição de gás butano e de vendas de passagens aéreas, com a sua antiga companhia REAL. É bom que se diga, que Seu Ernani Silva foi um homem idealista e passional quando a questão versava sobre o desenvolvimento da Região do Cariri, tendo o Crato como principal município. A prova é a idéia da tentativa de criação do Estado do Cariri, defendida por ele e por outros bravos e saudosos cratenses, verdadeiros políticos sem mandato, espécie em extinção, na atualidade.

Mas, entre os inúmeros capítulos que marcaram a vida e a morte do meu Avô Ernani, existe um que foi decisivo: A história de um grande amor. No final da década de 30, aos 28 anos de idade, já ensaiando os primeiros passos no próprio negócio, Ernani Silva se apaixona pela jovem Aline Arraes. Tudo seria menos complicado se a moça, com apenas 15 anos, não fosse, ainda, uma das filhas do então Prefeito Municipal do Crato Alexandre Arraes de Alencar, estirpe de uma das famílias cratenses consideradas das mais tradicionais. Apesar de todas as dificuldades, os jovens Ernani e Aline seguiam ligados pelo coração. O amor dos dois era maior que tudo. Esgotadas as possibilidades para a permissão do namoro, assim como, para a realização do casamento, por conta da idade dela e dele, pela distância social e por razões outras que não interessam aos apaixonados, eis que Vovô Ernani surge com uma idéia nada convencional para a época. Pasmem! Ele resolveu “roubar a Moça”, que era filha do Prefeito. Mais uma prova da coragem de um homem que jamais temeu enfrentar as adversidades da vida, seja no amor aos negócios ou nos “negócios do amor”.

Não deu outra. Seu Ernani "carregou" a filha do Prefeito, fugindo para Brejo das Freiras, no Estado da Paraíba, fretando o "calhambeque" de Pedro Maia. Durante o caminho, meu avô foi aconselhado pelo velho taxista a voltar e desistir da fuga, da suposta loucura. Entretanto, a decisão já estava tomada em caráter irrevogável. Foi assim que ele me contou! Foi assim que aconteceu! O tempo curou todas as dificuldades e diferenças. O casal Ernani Silva e Aline Arraes foi e, ainda continua sendo, um exemplo de vida conjugal, de lealdade, de cumplicidade, modelo de um amor puro, verdadeiro e eterno. Deste casamento perfeito nasceram seis filhos (Ilze, José Milton, Aliane, Alexandre, Noemi e Luiz Ernani). Quanto ao relacionamento com o sogro, Vovô Ernani tornou-se o melhor amigo do meu Bisavô Alexandre Arraes e de Dona Noemi, sua sogra e minha Bisavó. Tive o privilégio de conviver com meus avós. Contudo, foi com Seu Ernani e com Dona Aline que tive muito mais tempo próximo, pois sou uma parte minúscula desta magnífica história. Apesar do passar dos anos, ainda trago comigo a dor de ter presenciado o desfecho do seu capítulo final, com o falecimento de Dona Aline, em 1981, aos 61 anos de saudável vida. Após esta triste e súbita perda, Vovô Ernani não nutriu mais gosto pela vida. A tristeza dele doia em toda a família.

Nos últimos anos de sua vida, ou melhor, de sobrevida, Vovô Ernani e eu (foto) passamos a conviver muito mais. Morávamos na mesma casa. Quase que diariamente, ao cair da noite, entrando na madrugada, costumavamos conversar horas e horas, sobre todos os assuntos. Ouvi muito seus lamentos de dor pela ausência de Vovó Aline. Convivi com o grande poeta do amor ausente. Acreditei que o amor pode sim, transcender à vida. Aprendi muitas lições, muito mais pelo exemplo de suas ações, no passado e no presente...

Na verdade, além da saudade pessoal que tenho dele, de tudo que recebi dele, que ,diga-se de passagem, em muito boa hora, há uma que serviu de padrão para a minha formação, serve para a dos meus filhos e servirá para meus futuros netos. Da mesma forma, não há de existir melhor "receita" para qualquer pessoa que deseja ser um verdadeiro “SER HUMANO”, com dignidade, com retidão de caráter, com amor incondicional à família... A LIÇÃO DE VIVER SEM NUNCA TRAIR A SUA CONSCIÊNCIA.

Em 1987, aos 78 anos, Seu Ernani Silva nos deixou, vítima de "saudade de Aline-aguda".

ESTA É UMA SINGELA HOMENAGEM DE GRANDE SAUDADE DO SEU NETO
GEORGE HUGO SILVA MACÁRIO DE BRITO.

( Matéria extraída do Blog do Crato )

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

141209 - NOTÍCIAS DO PLANALTO


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Agenda: Confecom, Flamengo e confraternização com oficiais-generais

A cerimônia de abertura da 1ª Conferência Nacional de Comunicação (Confecom) é um dos principais compromissos da agenda de trabalho do presidente Lula, nesta segunda-feira (14/12), em Brasília. O evento ocorrerá às 19h no Centro de Convenções Ulysses Guimarães. Antes disso, o presidente concede audiências aos ministros Paulo Bernardo (Planejamento), Edison Lobão (Minas e Energia) e Nelson Jobim (Defesa).
Às 12h30, Lula comparece à cerimônia de apresentação dos novos oficiais-generais, no Clube do Exército, seguida de almoço. Às 15h30, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), o presidente recebe a delegação do Flamengo, time vencedor do Campeonato Brasileiro 2009. Ainda na agenda, audiências com a ministra interina da Casa Civil, Erenice Guerra, e o ministro da Fazenda, Guido Mantega.
Acordo climático não pode rasgar Convenção do Clima nem Protocolo de Quioto
Os ministros Carlos Minc (Meio Ambiente) e Dilma Roussef (Casa Civil) e o embaixador Luis Alberto Figueiredo, negociador-chefe do Brasil na reunião da ONU sobre clima (COP 15), em Copenhague, em entrevista coletiva realizada no Hotel Island, na capital dinamarquesa. Foto: Jorge Cordeiro/PR
O Brasil tem a melhor e mais detalhada proposta de redução de emissões de gases do efeito estufa entre todas as trazidas para Copenhague (Dinamarca) pelos países que buscam fechar um novo acordo climático global e não rasgará a Convenção do Clima nem jogará fora o Protocolo de Quioto para atender aos interesses dos países desenvolvidos. Segundo a ministra Dilma Roussef (Casa Civil), que participou neste domingo (13/12) de reunião na sede do Ministério e Assuntos Exteriores dinamarquês em Copenhague com cerca de 60 ministros e representantes de países envolvidos nas negociações na Conferência da ONU sobre Clima (COP 15), não haverá acordo se os mais desenvolvidos não assumirem sua responsabilidade, que inclui números mais consistentes de redução de suas emissões e financiamento às nações em desenvolvimento.
“Temos vários pontos de vista, todos legítimos em cada parte, mas temos que ter aqui um acerto com legitimidade global”, afirmou Dilma, em entrevista coletiva realizada no Hotel Island, em Copenhague. “Para haver o acordo que queremos, não podemos desfigurar tudo. Podemos sim abrir mão de algumas coisas, mas não rasgar a Convenção do Clima nem jogar fora o Protocolo de Quioto.”
Dilma Roussef reafirmou que a proposta brasileira levada a Copenhague foi elaborada atendendo aos interesses do País, mostrando que o desenvolvimento é perfeitamente compatível com a proteção do meio ambiente. Além disso, a proposta traz um nível de detalhamento que nenhum outro país fez.
É justamente esse detalhamento que agora os negociadores buscam, principalmente em relação as propostas apresentadas pelos países desenvolvidos. Segundo a ministra Dilma, uma nova reunião será realizada nesta segunda-feira (14/12) para discutir os dois principais temas – mitigação e financiamento -, com o objetivo de se chegar a um denominador comum a ser apresentado aos presidentes e primeiros-ministros na quinta-feira (17/12). Dilma afirmou que está otimista de que vai haver acordo.
Responsabilidades
A ministra Dilma Roussef deixou claro que as responsabilidade sobre o clima no planeta são comuns a todos, mas devem ser diferenciadas, levando-se em conta principalmente o PIB per capital e o estoque de CO2 já emitido. Os países em desenvolvimento têm emissões per capita e estoque de CO2 muito menores do que os países desenvolvidos. Por isso a obrigatoriedade em reduzir emissões é das nações mais ricas. Além disso, os países desenvolvidos têm que se comprometer com o financiamento de ações futuras de mitigação em países em desenvolvimento.
São dois “trilhos” de negociações, afirmou Dilma, fundamentais para o sucesso da reunião climática de Copenhague. O trilho do Protocolo de Quioto exige uma redução obrigatória de emissões por parte das nações desenvolvidas e voluntárias dos em desenvolvimento. Já o trilho da Convenção do Clima, de longo prazo, prevê fundos de investimento para que os países mais pobres possam desenvolver sem poluir.
A posição brasileira, afirmou a ministra, é clara: assumir ações voluntárias de peso, como a redução significativa do desmatamento na Amazônia, a produção sustentável de biodiesel e produção de energia por meio de fontes limpas como a hidrelétrica, e ter fundos próprios, como o da Amazônia e o recém criado de Mudanças Climáticas, para desenvolver ações futuras de mitigação e proteção ambiental/climática.
A questão de se estabelecer um fundo com financiamento externo ainda não avançou muito, lembrou Dilma, porque novamente os países desenvolvidos evitam falar concretamente em números – ou seja, quanto dinheiro estariam dispostos a disponibilizar para financiar o desenvolvimento sustentável das nações mais pobres.
“Se tivermos fundos com recursos externos, iremos numa velocidade, mas se não houver esses recursos internacionais, a velocidade será menor”, disse, criticando o estágio atual das negociações, em que os países em desenvolvimento têm proposto o financiamento de suas próprias medidas mitigatórias e os desenvolvidos em nada contribuem. “É uma inversão de responsabilidades. Se os maiores emissores não colocarem dinheiro algum, não conseguiremos a redução almejada nas emissões. A conta não fechará”, afirmou a ministra.
“Não podemos nos conformar com números mesquinhos”, diz ministra Dilma
Sob o título “Compromisso com o futuro”, o jornal O Estado de S. Paulo publica, em sua edição deste domingo (13/12), artigo exclusivo da ministra chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, no qual aborda a 15ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP15), que acontece em Copenhague (Dinamarca). A ministra – que lidera a delegação brasileira naquele país – avalia a COP15 como sendo “daqueles momentos em que a História nos desafia ao máximo”.
Dilma Rousseff também diz que “deter o aquecimento global é uma responsabilidade comum, mas diferenciada em relação ao papel de cada país ou grupo de países”. E a ministra conclui: “Não podemos nos conformar com números mesquinhos”. Para o Brasil, o primeiro país a colocar no papel metas voluntárias de redução dos gases que causam o efeito estufa, é importante que a reunião da ONU mostre resultados do compromisso das nações para salvar o clima. Ao mesmo tempo, aponta ações do governo Lula sobre o tema.
Compromisso com o futuro
Dilma Rousseff
A 15a Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, que termina esta semana em Copenhague, é daqueles momentos em que a História nos desafia ao máximo. A crise do aquecimento global exige respostas firmes, conjuntas e consequentes, por parte de todos os países e governos. Limitar o aumento da temperatura neste século a no máximo 2 graus centígrados, reduzindo as emissões de gases que provocam efeito estufa, é um objetivo possível e necessário. Para alcançá-lo, temos de firmar um compromisso urgente dos países industrializados, sem exceções, com a redução de suas próprias emissões e com a garantia do financiamento às ações necessárias nos países em desenvolvimento.
Deter o aquecimento global é uma responsabilidade comum, mas diferenciada em relação ao papel de cada país ou grupo de países, além de estar vinculada às realidades específicas de desenvolvimento econômico e social de cada um. Não se podem cobrar sacrifícios iguais de quem participou desigualmente do processo de desenvolvimento industrial e acumulação de riqueza ao longo de séculos. Copenhague será um avanço, se os países que acumularam riqueza, historicamente, à custa da degradação ambiental, colocarem na mesa metas de redução de emissões. Números robustos, à altura do desafio comum e da dívida acumulada com o planeta.
Coerentemente, a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima estabeleceu que os países industrializados devem adotar metas absolutas de redução para o conjunto de suas economias. E os países em desenvolvimento devem definir ações voluntárias em setores por eles determinados, em intensidade mensurável. Espera-se que até 2020 os países mais ricos reduzam suas emissões de CO2 em 40% em relação ao ano de 1990, que respeitem o Protocolo de Quioto e que mantenham um fundo público permanente para financiar ações de mitigação e adaptação nos países em desenvolvimento. Estes países precisam ser apoiados para ter oportunidade de crescer e atender suas demandas sociais, sem agravar a situação ambiental.
Graças às ações que adotamos internamente e à persistência com que conclamamos os demais países a um esforço compartilhado de controle do clima, o Brasil deixou de ser parte do problema do aquecimento global para se tornar respeitado como impulsionador de soluções negociadas. Temos a matriz energética mais limpa e renovável entre as maiores economias do mundo. Usinas hidrelétricas, biocombustíveis e outras fontes renováveis respondem por 45,9% de toda energia consumida no Brasil. A média mundial é de 87,1% de utilização de fontes fósseis, como petróleo e carvão, contra 12,9% de fontes renováveis. Nos países da OCDE, a média piora para 93,7% de fontes fósseis, que agravam o efeito estufa.
Nossa matriz energética limpa não caiu do céu. É o resultado do esforço de gerações na construção de usinas hidrelétricas e na produção de combustíveis renováveis. Fontes hídricas garantem 86% da geração de eletricidade no Brasil. Nos últimos 30 anos, a utilização de etanol combustível, anidro ou hidratado, evitou a emissão de mais de 850 milhões de toneladas de CO2 à atmosfera.
O governo do presidente Lula valorizou e ampliou esse patrimônio nacional. Com a entrada em operação de novas usinas, acrescentamos 22 mil Megawatts à oferta de energia hidrelétrica, entre 2005 e 2008. E contratamos mais 6.874 Megawatts gerados por fontes alternativas, especialmente biomassa, o que corresponde à capacidade de geração de meia Itaipu. Criamos o Programa do Biodiesel e obrigamos, por lei, a adição do óleo vegetal ao diesel consumido no país. Incentivamos a produção dos automóveis com motores flex – que já são 94% dos carros vendidos hoje no país.
O Brasil, além do mais, acaba de dar a mais vigorosa resposta ao desafio de reduzir e conter o histórico processo de desmatamento da Amazônia – maior fonte de emissão de CO2 em nosso território. A área de floresta derrubada caiu de cerca de 28 mil quilômetros quadrados em 2004, para 7 mil quilômetros quadrados em 2009. É o melhor resultado desde 1988, quando o Instituto de Pesquisas Espaciais (Inpe) começou a mensurar o desmatamento. O resultado deste ano confirma a sequência de reduções consistentes, iniciada em 2005. É o fruto da vigilância permanente, da repressão ao comércio ilegal de madeira e de políticas que valorizam a preservação da floresta.
O Brasil está no grupo de países dos quais se esperam ações voluntárias para mitigar a emissão de poluentes em seu território, mas não estão obrigados a fixar metas de redução. Nós decidimos ir além disso e apresentamos, em novembro último, a meta de reduzir as emissões em nosso país, entre 36,1% e 38,9%, até 2020. Vamos deixar de emitir cerca de 1 bilhão de toneladas de CO2 equivalente (t CO2eq), cumprindo um programa de ações voluntárias assim definido:
. Reduzir em 80% o desmatamento na Amazônia e em 40%, no cerrado (corte de 669 milhões t CO2eq).
. Adotar intensivamente na agricultura a recuperação de pastagens, integração agricultura-pecuária, plantio direto na palha e fixação biológica de nitrogênio (corte de 133 a166 milhões t CO2eq)
. Ampliar a eficiência energética, o uso de biocombustíveis, a oferta de hidrelétricas e fontes alternativas como biomassa, eólicas, pequenas centrais hidrelétricas, e o uso de carvão de florestas plantadas na siderurgia (corte de 174 a 217 milhões t CO2eq)
A iniciativa brasileira reanimou as expectativas de sucesso em torno da Conferência do Clima, que estavam ameaçadas pela reticência de atores fundamentais, notadamente Estados Unidos e China. Imediatamente, outros países responderam com metas voluntárias em graus variados. E pela primeira vez, na história das negociações sobre clima, os Estados Unidos apresentaram uma meta de redução de emissões.
É importante ter números na mesa, mas eles devem ser avaliados por seu alcance efetivo. Tomando como referência os níveis verificados em 1990 – como fazem os signatários do Protocolo de Quioto – a proposta dos Estados Unidos equivale a cortar meros 4% de suas emissões. É decepcionante, para um país que responde por 29% das emissões globais. Será igualmente decepcionante se a União Europeia fixar objetivos abaixo das expectativas alimentadas nos últimos anos. E será totalmente frustrante se Copenhague der respostas financeiramente limitadas e institucionalmente incertas, para o apoio às ações de mitigação nos países em desenvolvimento. Circunstâncias da economia mundial não justificam o abandono do planejamento multilateral adequado, de longo prazo e com respeito à soberania dos países.
O Brasil vai a Copenhague como o país que já promoveu a maior redução em suas emissões de CO2. Fomos além de nossas obrigações e apresentamos, pioneiramente, metas voluntárias e ousadas para 2020. Fizemos nossa parte; esperamos o mesmo dos demais. Não podemos nos conformar com números mesquinhos, que não levem em conta o estoque acumulado no tempo nem os índices per capita de emissão de CO2 de cada país. O futuro não nos perdoará se desperdiçarmos esta oportunidade de tornar o mundo melhor, ambientalmente mais seguro, para nós e para os que virão depois.
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Ministra de Estado Chefe da Casa Civil da Presidência da República, Chefe da Delegação Brasileira à 15a Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima

sábado, 12 de dezembro de 2009

121209 - Doenças do Humor III - Depressão na Vida Adulta – Homens e Mulheres – Por César Mousinho


Uma depressão é um ponto ou região mais baixa que os pontos à sua volta. pt.wikipedia.org/wiki/Depressão A depressão (também chamada de transtorno depressivo maior) é um problema médico caracterizado por diversos sinais e sintomas, dentre os quais dois são essenciais Depressão. Portal Banco de Saúde. Ciclone (ou depressão ou centro de baixas pressões) é uma região em que o ar relativamente quente se eleva e favorece a formação de nuvens e precipitação. Por isso, tempo nublado, chuva e vento forte estão normalmente associados a centros de baixas pressões. A depressão é uma forma de relevo aplainado, onde podem ser encontradas baixas colinas. Como exemplo, podemos citar as Depressões Norte e Sul Amazônica. Um exemplo geral de depressão é crateras. Fase do ciclo econômico, característica das economias capitalistas, marcadas pela diminuição da produção, uma tendência à baixa dos preços e ao aumento do desemprego. (Recessão grave).Uma doença onde existe humor depressivo durante a maior parte do dia, com sentimentos de tristeza, desespero ou desmotivação, que se arrastam há já muito tempo, que interferem no normal funcionamento familiar, no trabalho ou na escola. Queda do tono normal em direção à tristeza e à melancolia.
A depressão é um estado patológico com um humor triste e doloroso associado à redução da atividade psicológica e física. A pessoa afetada pela depressão se sente impotente e a doença vem quase sempre acompanhada de outros sintomas, como a ansiedade ou a insônia.A depressão pertence ao grupo de doenças do nosso tempo e segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde, em Genebra, CID-10, ONU,UNESCO) ela está entre as três doenças que agravam cada vez mais a qualidade de vida das pessoas. Ressaltamos também que a depressão afeta duas vezes mais as mulheres do que os homens.

Depressão Masculina - segundo os especialistas a testosterona é um hormônio de interação social; é secretado em resposta a estímulos sociais como situações que despertam o interesse sexual, a hostilidade ou o humor, pois age diretamente no cérebro. Não se tem certeza ainda se os sintomas depressivos são causa, efeito ou se não têm relação alguma com os níveis de testosterona no homem. Muitos casos de depressão resistente nos homens podem ter na deficiência de testosterona (a exemplo do que acontece com o estrogênio com a mulher) sua explicação. Talvez alguns homens deprimidos com baixos níveis de testosterona só se recuperem adequadamente depois de se normalizar os níveis dos hormônios masculinos. Estudos apontam que nos homens a secreção de testosterona afeta as funções neurológicas e comportamentais como o interesse sexual, agressividade, grau de emoções. A partir dos 50 anos de idade aproximadamente começa a diminuir lentamente a secreção de testosterona. Aproximadamente 20% dos homens com mais de 60 anos de idade têm os níveis desse hormônio abaixo do "normal". As seqüelas psiquiátricas disso ainda não foram satisfatoriamente compreendidas. Existem algumas evidências da relação entre a queda dos níveis hormonais e o surgimento de depressão. Essas informações são derivadas de dois tipos de estudos: observação do comportamento dos homens com níveis baixos de testosterona circulante, e do tratamento dos sintomas depressivos com reposição hormonal complementar.

Depressão Feminina: Um dos achados frequentemente observados é o do risco para transtorno depressivo unipolar ser duas ou mais vezes maior para mulheres do que para os homens. Por transtorno depressivo unipolar se entende o quadro em que não ocorrem episódios de mania, somente depressão. O transtorno afetivo bipolar (com episódios maníacos e depressivos) parece ter distribuição semelhante entre ambos os sexos. A distimia, transtorno caracterizado por quadro depressivo leve, porém crônico (mais de dois anos de sintomas), também é duas vezes mais freqüente em mulheres. Um fato interessante levantado no estudo realizado por Ernest e Angst, em Zurique, em 1992. Em relação aos sintomas, as diferenças são menores que as observadas nas taxas de prevalência. Ainda assim, mulheres costumam apresentar com maior freqüência do que homens: desesperança, diminuição do interesse sexual, sentimentos de culpa, aumento do apetite e ganho de peso, queixas somáticas, hipocondria e manifestações de raiva/agressividade. A investigação de comorbidade (doenças associadas à depressão) em homens e mulheres, avaliados pelo já citado estudo de Zurique, revelou que mulheres deprimidas apresentavam mais fobia social, agorafobia, fobia simples e Binge Eating (comer compulsivo) do que homens deprimidos.

A síndrome do climatério compõe-se de sintomas gerais (neurogênicos, psicogenéticos e metabólicos), mamários e genitais. Entre os psicogenéticos, além da depressão, na síndrome também podem se manifestar ansiedade, irritabilidade e diminuição da libido. O estrógeno tem efeito positivo sobre o psiquismo, tais como estabilidade emocional, segurança, autoconfiança, humor, relacionamento social, antidepressivo e ansiolítico.

Tratamento: Vários tipos de depressão não podem ser evitados já que algumas teorias científicas indicam que eles podem ser causados pelo mau funcionamento do cérebro. Mas há boas evidências de que ela pode ser evitada com bons hábitos de saúde. Uma alimentação adequada, exercícios, férias, não trabalhar em excesso e guardar um tempo para fazer as coisas que curte são algumas das coisas que ajudam a deixar a tristeza de lado. Antidepressivos (são bons, mas não buscam as causas).Psicoterapia (precisa de complementos como consultas às nutricionistas, pois os depressivos necessitam de alimentações a base ferro para aumentar a Serotonina, exercícios físicos com caminhas no período matutino, e trabalhos filantrópicos).
SãoPaulo,12/12/09–Sim Para Boas Festas - Não ao Ato Médico - www.sosdrogasealcool.org


sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

111209 - DEPUTADO ROQUE É A FAVOR DA CRIAÇÃO DE NOVOS MUNÍCIPIOS



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O Deputado Roque, em recente entrevista ao Jornal do Cariri, defendeu a emancipação de novos distritos no Estado, aprovando a Lei Complementar que disciplina a efetiva criação de novos municípios. “Eu não vejo nenhum município por onde ando no Brasil que hoje esteja pior do que quando eram distritos. Em todos os distritos emancipados, as condições de vida da população melhoraram. O poder público passa a ser mais presente e as ações sociais e governamentais ficam mais perto da população. Por isso, sou a favor da emancipação’’, afirmou Roque.

O Deputado é um dos defensores da emancipação do Distrito de Ponta da Serra, em Crato, que se encontra entre os critérios estabelecidos na lei. No que diz respeito à população, deve-se dizer, que de acordo com o IBGE, no censo 2000, Ponta da Serra contabilizava 8.234 habitantes. Hoje, em vista do acelerado crescimento dos últimos dez anos, acredita-se que o distrito já ultrapassa a faixa de 10 mil habitantes.

GABINETE DEPUTADO ROQUE

85-3277 2562/88-3523 2438

www.sinevalroque.com.br


quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

091209 - QUATRO DISTRITOS NA REGIÃO DO CARIRI PODEM BRIGAR PELA EMANCIPAÇÃO


08/12/2009 (12:25)

A Região do Cariri poderá ganhar novos municípios com a aprovação da lei complementar que disciplina a emancipação de distritos. A lei foi aprovada pela Assembléia Legislativa e, para entrar em vigência, precisa ser sancionada pelo Governador Cid Gomes (PSB). Os distritos de Ponta da Serra (Crato), Palestina (Mauriti), Jamacaru (Missão Velha) e.Araponga, antiga
Estivas (Santana do Cariri) pleiteiam a autonomia administrativa.
Caberá aos eleitores de cada município decidir se o distrito deve ou não ser emancipado. A lei permite, também, que dois ou três distritos se unam para serem transformados em cidades. Entre os critérios para elevação à condição de município, o distrito deve apresentar, pelo menos, 8.000 mil habitantes e 400 prédios.

Entusiasta da emancipação, o presidente da Assembléia Legislativa, deputado estadual Domingos Filho (PMDB), trabalha agora para, nas eleições de 2010, serem realizados os plebiscitos que mobilizarão os eleitores para votarem sobre a emancipação. Domingos trabalha com a perspectiva de serem criados, pelo menos, 20 novos municípios.
Segundo o presidente da Assembléia Legislativa, 18 distritos apresentam todas as condições exigidas na nova lei para serem elevados à condição de cidade. Outros sete precisam se juntar com outros distritos para estarem enquadrados nos critérios da lei complementar.
‘’As Assembléias Legislativas retomaram o seu poder de legislar sobre a criação de novos municípios e, no Ceará, estamos sendo pioneiros nessa conquista tão democrática que permite aos distritos, dentro das exigências da lei, ganharem a sua autonomia administrativa, o que significa melhores condições de vida para os seus moradores’’, expôs Domingos, ao comemorar a aprovação da lei pelo plenário do Legislativo Estadual.
Ex-prefeito da cidade de Antonio do Norte, que, hoje, tem menos habitantes do que o exigido para os distritos se emanciparem, o deputado estadual Sineval Roque (PSB) é defensor da criação de novos municípios: ‘’eu não vejo nenhum município por onde ando no Brasil que hoje esteja pior do que quando eram distritos. Em todos os distritos emancipados, as condições de vida da população melhoraram. O poder público passa a ser mais presente e as ações sociais e governamentais ficam mais perto da população. Por isso, sou a favor da emancipação’’, disse Sineval Roque, defensor da transformação do distrito da Ponta da Serra, no Crato, em município.


Pedido
de emancipação após sanção da Lei

O coordenador da Comissão de Triagem, Elaboração de Projetos e Criação de Novos Municípios da Assembleia Legislativa, Luiz Carlos Mourão Maia, o processo para criação de um novo município é a aberto a partir de um requerimento de um deputado ou por meio de projeto de iniciativa compartilhada, com o mínimo de 100 assinaturas de eleitores domiciliados na área territorial a ser emancipada.

Segundo Luiz Carlos Mourão, caberá à Mesa Diretora da Casa deliberar sobre esses processos, dentro do prazo de 180 dias, desde a apresentação da proposição. Se os critérios instituídos pela lei complementar forem atendidos, a Mesa Diretora expedirá decreto legislativo a ser enviado ao Tribunal Regional Eleitoral (TER) com o pedido para realização do plebiscito.
EXIGÊNCIAS PARA DISTRITOS SE EMANCIPAREM
- População igual ou superior a 8.000 habitantes – 1% do número de habitantes do Estado do Ceará;
- Número de eleitores correspondente a 40% do número de habitantes;
- Área urbana constituída com, pelo menos, 400 prédios;
- Agência/posto da ECT (Empresa de Correios e Telégrafos);
- Posto de combustíveis;
- Rede de distribuição de energia elétrica;
- Escolas públicas de ensino fundamental e médio;
- sistemas de captação e abastecimento público de água potável e disponibilidade para implantação de coleta e disposição final de esgotos sanitários e resíduos sólidos

FONTE: JORNAL DO CARIRI

NOTA: A foto ilustrativa é a mesma usada no jornal Online, diferentemente, do jornal escrito

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

081209 - Distritos devem cumprir exigências para emancipação



NOVOS MUNICÍPIOS

Distrito de Pecém, no município de São Gonçalo do Amarante, é um dos fortes candidatos para conseguir a emancipação
Foto: JULIZANA VAZQUES

4/12/2009

O Projeto de Lei precisa, agora, ser sancionado por Cid Gomes e ser publicado no Diário Oficial

Fortaleza.
Depois de ter sido anunciada, ontem, a aprovação do Projeto de Lei Complementar na Assembleia Legislativa - que trata da criação, incorporação, fusão e desmembramento de municípios no Estado - a expectativa, agora, é de quais distritos se tornarão municípios. Uma lista oficial ainda não existe, mas, de acordo com fontes seguras da área, três da Região Metropolitana de Fortaleza são fortes candidatos: Jurema, no município de Caucaia; Pajuçara, em Maracanaú; e Pecém, na cidade de São Gonçalo do Amarante. No entanto, vale salientar que, depois de sancionada a lei, qualquer distrito poderá pedir emancipação, desde que sejam respeitadas as exigências.

De acordo com o presidente da Comissão de Triagem, Elaboração de Projetos e Criação de Novos Municípios do Ceará, Luiz Carlos Mourão, ainda não tem como saber quem conquistará a emancipação, já que existem vários critérios. "Depois que o governador Cid Gomes sancionar a lei e ser publicada no Diário Oficial, aí sim, é que vai começar o processo. Os distritos que acharem que contemplam as exigências poderão participar do processo".

Conforme o Projeto de Lei, em seu artigo 2º, os requisitos para a criação do novo municípios devem ter: população superior a oito mil habitantes; eleitorado não inferior a 40% de sua população; centro urbano já constituído, com número de prédios residenciais, comerciais e públicos superior a 400. Ainda existe estimativa de receitas: fiscal, da área que irá formar o novo município, atestada pelos órgãos fazendários municipal, com base na projeção dos tributos próprios a serem arrecadados; estadual, com base na arrecadação do ano anterior ao da realização do estudo e considerando apenas os agentes econômicos já instalados; provenientes de transferências estaduais e federais. Deve existir, ainda, estimativa do custo de administração do município, inclusive: remuneração do prefeito, vice-prefeito, vereadores e dos servidores públicos da administração direta; despesas de custeio dos órgãos da administração direta; despesas com a prestação dos serviços públicos de interesse local e com a parcela dos serviços de Educação e Saúde a cargo do município.

O distrito ainda deve, segundo o artigo, possuir equipamentos sociais e de infraestrutura compatíveis com as necessidades da população, tais como: rede de distribuição de energia elétrica; sistemas de captação e abastecimento público de água potável e disponibilidade para implantação dos sistemas de coleta e disposição final de esgotos sanitários e resíduos sólidos; escolas de Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio; posto de atenção primaria à saúde; estrutura de atendimento em segurança pública; sistema de telefonia pública, comercial e residencial; edificações com condições para a instalação da Prefeitura e da Câmara Municipal; estabelecimento de venda a varejo de combustível para veículos e gás de cozinha; posto de serviços dos Correios. Não será permitido desmembramento ou a criação de novo município ou desmembramento se essa medida implicar: para o município de origem, na perda dos requisitos desta lei; descontinuidade territorial; perda, pelo município de origem, de mais de 50% das receitas tributárias próprias e de transferências.

Como já está no fim do ano, a probabilidade é de que todo o processo de criação, incorporação, fusão e desmembramento de municípios no Estado aconteça somente no próximo ano. Para Mourão, é questão de tempo a assinatura do governador para sancionar a lei. "Teremos agora todo o trâmite legal, recolhimento das assinaturas dos deputados e do governador do Estado. Só em 2010 é que o processo deve acontecer". Ainda de acordo com o Projeto, o processo terá início mediante requerimento de deputado ou de entidade, por meio de Projeto de Iniciativa Compartilhada, instruído com representação dirigida à Assembleia Legislativa, assinada por, no mínimo, 100 eleitores domiciliados na área territorial a ser emancipada.

Participação

"Os distritos que acharem que contemplam as exigências poderão participar do processo"
Luiz Carlos Mourão
Presidente da Comissão de Criação de Novos Municípios do Ceará

Fique por Dentro


Projeto de Lei

Criação de município é a emancipação de parte ou partes de território, distritos de um ou mais municípios, com sua elevação à categoria de pessoa jurídica de direito público interno, por meio da outorga de autonomia, por Lei Estadual. A incorporação é a união de um município a outro, perdendo um deles a personalidade jurídica, que se integra à do município que o incorporou. Já a fusão é a reunião de dois ou mais municípios, que perdem as personalidades jurídicas, surgindo um novo município, com outra personalidade. Por fim, o desmembramento significa a separação de parte de um município, para anexar-se a outro ou constituir um novo município.

MAIS INFORMAÇÕES
Comissão de Triagem, Elaboração de Projetos e Criação de Novos Municípios do Ceará
(85) 3277.2737


Evelane Barros
Repórter - Diário do Nordeste

081209 - Aprovação do governo Lula sobe para 72%

07/12/2009 - 16:24
Agência Estado

Pesquisa CNI/Ibope divulgada nesta segunda-feira (7) mostrou melhora na avaliação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. De acordo com a pesquisa, 72% dos brasileiros avaliaram o governo como ótimo ou bom em novembro três pontos percentuais acima do resultado de setembro, 69%.

Os dados indicam que 6% dos entrevistados classificam o governo como ruim ou péssimo, contra os 9% registrados há três meses. Para 21%, o governo é regular um ponto percentual abaixo do índice de setembro. Em dezembro de 2008, período anterior aos efeitos mais críticos da crise financeira mundial, a avaliação positiva do governo alcançava 73%.

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Pela terceira rodada consecutiva, a pesquisa CNI/Ibope registra aumento da avaliação positiva do governo Lula. A análise dos resultados de 2009 mostra uma recuperação da avaliação, após a queda registrada entre dezembro de 2008 e março deste ano, período mais crítico da crise econômica internacional. De março para cá, a avaliação positiva cresceu oito pontos percentuais, retornando ao mesmo patamar do período pré-crise, em dezembro passado, diz a pesquisa.

Perfis

A avaliação do governo Lula melhorou entre os homens, de 25 a 39 anos, com nível superior e com renda superior a cinco salários mínimos. A aprovação da atuação do presidente Lula também cresceu e passou de 81%, em setembro, para 83% em novembro um ponto percentual menor que o índice de dezembro de 2008. A desaprovação caiu três pontos nos últimos três meses - de 17% para 14%.

A nota média dada pelos entrevistados ao governo subiu um décimo em relação setembro, alcançando 7,7. A pesquisa mostrou também que 46% consideram o segundo mandato de Lula melhor que o primeiro, contra 44% do mês anterior. Outros 40% opinam que os dois mandatos são iguais mesmo patamar de setembro e 13% acreditam que o segundo mandato é pior em comparação ao anterior

A pesquisa ouviu 2.002 pessoas em 143 municípios, de 26 a 30 de novembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

(FONTE: DIÁRIO DO NORDESTE )